Imagens reproduzidas da Fanpage/Facebook/Aperipê
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
sábado, 14 de setembro de 2019
sábado, 7 de setembro de 2019
domingo, 1 de setembro de 2019
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
CNN Brasil: Confira a chegada em terras brasileiras
CNN Brasil: Confira a chegada em terras brasileiras
do maior
canal de notícias do mundo.
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terça-feira, 20 de agosto de 2019
Apple TV+: serviço deve chegar em novembro nos EUA...
Apple TV deverá custar US$ 10 por mês
Publicado originalmente no site LINK ESTADÃO, em 20/08/2019
Apple TV+: serviço deve chegar em novembro nos EUA por US$
10 mensais
Companhia deve investir US$ 6 bilhões no serviço, diz jornal
Por Redação Link - O
Estado de S. Paulo
Anunciado com pompa e uma constelação de estrelas de
Holywood, o Apple TV+, novo serviço de Streaming da empresa, deverá estrear nos
EUA em novembro por US$ 9,99 mensais, diz uma reportagem da agência de notícias
Bloomberg. Se confirmada a informação, a Apple esquentará ainda mais a guerra
do streaming, pois entrará no mercado no mesmo mês em que a Disney lança o seu
próprio serviço, o Disney+.
A Apple ainda não anunciou oficialmente data e preço para o
Apple TV+, mas o considera como pilar fundamental de sua nova estratégia de
aposta em serviços: até 2020, a companhia espera ter receita de US$ 50 bilhões
com serviços. A disputa com a Disney, porém, deverá ser intensa. Em abril, a
gigante das produções anunciou que o Disney+ terá assinatura de US$ 7 - além
disso, ela vai oferecer um pacote de US$ 13 com Disney+, ESPN+ e a plataforma
de séries Hulu.
Para tentar aumentar as chances de sucesso na empreitada, a
Apple teria multiplicado por seis o orçamento dedicado ao Apple TV+. Segundo o
jornal Financial Times, a companhia deverá investir US$ 6 bilhões no serviço,
aumento de US$ 5 bilhões em relação ao valor divulgado dois anos atrás - US$
300 milhões serão investidos apenas na série "The Morning Show",
estrelada por Jennifer Aniston, Reese Witherspoon e Steve Carrell.
Ainda assim, o valor é baixo comparado ao que Netflix e
Disney devem investir em seus serviços. A atual líder deve gastar US$ 14
bilhões com produções em 2019, enquanto a empresa do Mickey planeja injetar US$
24 bilhões no Disney+. Em março, a Disney gastou outros US$ 71 bilhões na
compra da Fox para fortalecer sua plataforma.
Texto e imagem reproduzidos do site: link.estadao.com.br
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Globo inaugura o MG4, conjunto de 3 novos estúdios...
João Roberto Marinho, Roberto Irineu Marinho e
José Roberto Marinho tiram a faixa de inauguração do MG4,
conjunto de 3 novos estúdios do Grupo Globo que amplia
o maior complexo de produção de conteúdo
da América Latina, no Rio de Janeiro
Foto: Estevam Avellar/Globo
Publicado originalmente no site G1 GLOBO, em 08/08/2019
Globo inaugura o MG4, conjunto de 3 novos estúdios que
amplia o maior complexo de produção de conteúdo da América Latina
Espaços fazem parte dos Estúdios Globo, que passam a ocupar
área total de 1,73 milhão de metros quadrados. Projeto levou 5 anos para ser
concluído e teve investimento de R$ 207 milhões.
Por G1
A Globo inaugurou, nesta quinta-feira (8), três novos
estúdios, ampliando o maior complexo de produção de conteúdo da América Latina,
os Estúdios Globo, na Zona Oeste do Rio.
Com setores de produção e armazenagem e chamado Módulo de
Gravação 4 (MG4), o espaço ocupa uma área total de 26 mil metros quadrados –
cerca de quatro campos de futebol. Entre pesquisa e obras, foram cinco anos
para concluir o projeto, que teve um investimento de R$ 207 milhões.
Apostando em inovação tecnológica e voltado à dramaturgia, o
MG4 parte de um conceito que prevê a adoção de métodos de gestão e uso de
recursos com que contam grandes produções internacionais. Os três estúdios
estão habilitados para os formatos 4K e 4K HDR, por exemplo (leia mais abaixo).
Complexo MG4 levou um ano e meio para ficar pronto; obra
gerou 700 empregos diretos
Os Estúdios Globo passam a ter uma área de 1,17 milhão de
metros quadrados, onde ficam 13 estúdios de gravação – no total, eles somam
12,5 mil metros quadrados.
"A inauguração deste novo complexo de estúdios é a
prova de que os meus irmãos e eu – e agora também nossos filhos – honramos essa
tradição. Ao longo das décadas, o Brasil pôde testemunhar que, em essência,
somos excelentes contadores de história, não importando o meio de
distribuição", declarou Roberto Irineu Marinho, presidente do Conselho de
Administração do Grupo Globo, na solenidade oficial de inauguração realizada
nesta manhã, em que também estiveram presentes os acionistas João Roberto
Marinho e José Roberto Marinho, seus familiares, além de elenco e executivos
das empresas Globo.
"Nossos conteúdos – nossas histórias – ao mesmo tempo
são impactados por nossa cultura e por nosso povo e impactam essa mesma cultura
e esse mesmo povo. Essa é a chave do nosso sucesso no passado, no presente e no
futuro. E é o que nos dá confiança para realizarmos investimentos tão vultosos
quanto os necessários para a construção destes três novos estúdios, em que mais
histórias serão produzidas para serem contadas."
"Eu vi a emoção e o sonho nos olhos das pessoas que
estavam fazendo isto aqui. E é isso que a gente é: nós somos pessoas que
construímos sonhos. Sonhos que geram experiências emocionais em outras pessoas.
Porque essas empresas trabalham com sonho, trabalham com emoção. E, no nosso
negócio, sem sonho e sem emoção, a gente não anda. Eu queria fazer uma
homenagem às pessoas que fizeram isso aqui, às pessoas que estão fazendo esses
sonhos todos os dias, e dizer que a vista que a gente tem depende da montanha
que a gente sobe. E a Globo não tem medo de altura."
Os três estúdios do MG4 agora aumentam a capacidade de
produzir novelas, séries, minisséries, realities, formatos originais, programas
de humor e variedade. A média atual dos Estúdios Globo é de cerca de 3 mil
horas de entretenimento por ano.
Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da Globo, disse:
"Eu vejo páginas em branco ao invés de paredes. Páginas
onde serão escritas emoções, que sentiremos e faremos o brasileiro sentir, onde
quer que ele esteja. Onde alguns veem uma enorme sala equipada com o que há de
mais avançado em tecnologia, eu vejo as obras que vamos produzir aqui. Novelas,
séries, histórias vivas que vamos lançar a partir daqui para encantar o mundo e
levar o talento brasileiro, a cultura brasileira, a conquistar ainda mais o
mundo. Aqui, nós faremos o brasileiro se emocionar um pouco mais, sorrir um
pouco mais, viajar um pouco mais no universo criado, interpretado, ambientado,
dirigido, iluminado por nós... por todos nós".
A produção inaugural dos novos estúdios vai ser a próxima
novela da faixa das 21h, “Amor de mãe”. Com autoria de Manuela Dias e direção
artística de José Luiz Villamarim, ela tem previsão de ter as gravações
iniciadas em outubro.
Para marcar a inauguração do MG4, aconteceu na tarde desta
quinta apresentações sobre o projeto e mesas-redondas sobre indústria criativa,
cultura e inovação. Com transmissão ao vivo pelas redes sociais oficiais da
Globo, os debates tiveram mediação de Pedro Bial e Aline Midlej.
Participaram nomes como Andrucha Waddington, Caio Gullane,
Manuela Dias, Mauro Mendonça Filho, Andrea Barata Ribeiro, Rodrigo Teixeira,
George Moura e Luisa Lima, além dos neurocientistas Sidarta Ribeiro e Suzana
Herculano-Houzel e do presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney
Klajner.
Após as apresentações, houve show de Caetano Veloso com os
filhos Moreno, Zeca e Tom. Por fim, tocaram o DJ Felipe Mar e o DJ Papagaio.
Números dos Estúdios Globo
Área total: 1,73 milhão de metros quadrados
Área total construída (incluindo os 3 novos estúdios): 192
mil metros quadrados
13 estúdios de gravação, totalizando com 12,5 mil metros
quadrados
15 mil pessoas circulando diariamente
Números do MG4
3 novos estúdios com 1,5 mil metros quadrados cada
4,5 mil metros quadrados de área útil
26 mil metros quadrados de área construída
Portas de 8m x 6m (as maiores da América do Sul), pesando 10
toneladas cada uma
Área externa de 4 mil metros quadrados para gravação
integrada
2 fossos cênicos para gravação contínua
5 anos de projeto, com obra realizadas em 18 meses, entre
2018 e 2019
500 profissionais envolvidos por mês, em média
Usina solar de 4,5 mil metros quadrados, com capacidade de
geração de 1,05 MM KW no 1º ano
700 empregos diretos durante a construção
14 mil mudas plantadas
Inovação tecnológica
Os três novos estúdios do MG4 inaugurados nesta quinta foram
concebidos para gravação em 4K e 4K HDR.
O 4K refere-se à chamada ultradefinição (UHD), que é quatro
vezes superior ao HD. Já o 4K HDR tem imagens com mais contraste, brilho e
definição nas cores. A opção por essas tecnologias também deve facilitar o
processo de pós-produção.
Além disso, os estúdios têm equipamentos wireless (sem fio),
ou seja, não há cabos em câmeras e microfones. Na prática, isso deve dar mais
mobilidade às gravações.
O investimento tecnológico diz respeito, ainda, à
transmissão dos conteúdos produzidos e gravados. Os novos estúdios dispõem de
sistema de comunicação por protocolo IP (abreviação em inglês para Protocolo de
Internet), que é mais rápido e tem maior capacidade de tráfego de dados.
Modelo de produção
Com os novos estúdios do MG4, foi desenvolvido um conceito
novo de produção de dramaturgia. O objetivo é ampliar os recursos artísticos
das novelas nestas três frentes:
criação
direção
fotografia
Cada um dos três estúdios tem 1,5 mil metros quadrados,
totalizando 4,5 mil metros quadrados de área útil.
Os sets cenográficos são integrados, e o espaço permite que
uma cena tenha continuidade, por exemplo, numa área externa de 4 mil metros
quadrados do lado de fora dos estúdios. Outra possibilidade é a utilização de
dois fossos cênicos que integram o complexo.
As portas dos estúdios também são consideradas um
diferencial. Têm 8 metros de largura por 6 metros de altura, pesando dez
toneladas cada uma. Foram fabricadas na Inglaterra e transportadas de navio ao
Brasil.
Sustentabilidade e energia solar com telhado verde
Os novos estúdios têm 100% de energia obtida de fontes
renováveis. O MG4 conta iluminação 100% a LED dentro e fora do complexo (para
reduzir o consumo), ar-condicionado eficiente, planta de energia solar.
Os chamados "telhados verdes" dos três estúdios
são cobertos por 5 mil metros quadrados de painéis solares, com placas para
captação da energia solar que deve alimentar o funcionamento das instalações do
complexo.
Há também reúso de água de chuva e de ar-condicionado,
tratamento de 100% dos efluentes gerados (como água, esgoto e outros resíduos)
e coleta seletiva de lixo.
Foi feito ainda o plantio de 14 mil novas mudas.
Texto e imagens reproduzidas do site: g1.globo.com
sábado, 3 de agosto de 2019
Telecine estreia nova identidade visual
Publicado originalmente no site ANTENADOS NA SKY E CIA, em 30 de julho de 2019
Telecine estreia nova identidade visual
Telecine estreia nova fase e apresenta logomarca, com cores
mais quentes e intensas, além de novas identidades visual e sonora. As mudanças
pontuam o momento de transformação digital da empresa, que volta seus
investimentos para inovação e tecnologia, colocando o consumidor no centro de
todas as suas ações, aliado ao amplo conhecimento sobre filmes, mercado no qual
atua há 25 anos.
"A marca representa o Telecine em um novo cenário,
movido pela tecnologia com distribuição por diversos meios, que além de englobar
o tudo em torno do melhor do cinema traz para a conversa quem interessa: o
consumidor. Ele é o propósito e a razão do nosso negócio. Os contornos e as
cores mais vivas representam a evolução da nossa trajetória", afirma
Flavia Hecksher, Diretora de Marketing do Telecine.
Além das transformações da marca, o Telecine também
intensifica e diversifica seus investimentos nas multiplataformas em que o
cinema está presente. Para entregar a melhor experiência para o usuário do
streaming uma equipe de curadoria especializada investe em aquisições de
conteúdos estratégicos que garantem desde os maiores lançamentos de Hollywood
até os filmes clássicos e raros. A plataforma é a única dedicada exclusivamente
ao cinema e reúne mais de 2 mil títulos. Movido por histórias, Telecine também
fomenta o mercado audiovisual brasileiro e atua como coprodutor de cerca de 90%
dos filmes nacionais.
Texto e imagem reproduzidos do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com
terça-feira, 30 de julho de 2019
Retratos da TV do acervo de Reinaldo Moura
Foto publicada originalmente no Facebook/Reinaldo Moura Ferreira,
em 25 de julho de 2019
Em pé: Reinaldo Moura e sentados: Luiz Adelmo, Hugo Costa, Nazaré Carvalho e Barrinhos
Foto reproduzida do Facebook/Reinaldo Moura Ferreira
domingo, 9 de junho de 2019
quarta-feira, 5 de junho de 2019
CNN BRASIL... Chegando!
Publicado originalmente na fanpage no facebook.com/cnnbrasil,
em maio/junho de 2019
Olá! Seja bem-vindo ao perfil oficial da CNN Brasil aqui no
Facebook.
A partir de agora, você pode acompanhar todas as informações e os
bastidores da chegada ao Brasil do maior canal de notícias do mundo. E
aguardem: nossos próximos posts já vão trazer grandes novidades!
A CNN Brasil é uma empresa brasileira licenciada da marca
CNN, em acordo assinado em janeiro com a CNN International Commercial (CNNIC).
Mais influente canal de notícias do mundo, a CNN integra um conglomerado que
reúne algumas das maiores empresas de mídia do planeta. Parte delas está na
imagem abaixo. A CNN Brasil, feita por brasileiros para o público brasileiro,
se orgulha dessa parceria!
Olá! Nossos dois primeiros âncoras já estão contratados!
Bem-vindos, Evaristo Costa e William Waack! O Evaristo vai apresentar um
programa semanal direto dos estúdios da CNN Londres. Vai ser uma revista eletrônica
que vai mesclar jornalismo e entretenimento. Já o Waack será o âncora de um
telejornal diário no horário nobre da CNN Brasil. E os dois apresentadores
também vão estar à frente de conteúdos produzidos exclusivamente para as nossas
redes sociais! Quer saber tudo sobre a chegada ao Brasil do maior canal de
notícias do mundo? Siga a gente!
Texto e imagens reproduzidos do site: facebook.com/cnnbrasil
sábado, 4 de maio de 2019
Streaming faz TV por assinatura se reinventar
Publicado originalmente no site Caderno Mercado, em 30 de abril de 2019
Streaming faz TV por assinatura se reinventar
O streaming é o presente e o futuro do consumo de conteúdo
em vídeo. Essa realidade é algo com que as empresas de televisão por assinatura
ao redor do mundo estão tendo dificuldade de lutar, mas isso não significa que
elas desistiram por completo. E isso fica evidente pelos decodificadores que
essas empresas oferecem.
Aos poucos, os decodificadores, que antigamente só serviam
para dificultar o famigerado “gato”, vão ganhando mais e mais recursos. No
Brasil, por exemplo, estes dispositivos já estão chegando às mãos dos usuários
com suporte a Netflix, integrando um serviço concorrente a sua própria
plataforma.
Nos EUA os decodificadores já são equipados com controles
remoto capazes de reconhecimento de voz, com o qual é possível falar o que você
gostaria de assistir e ser direcionado para o canal que está transmitindo
aquilo. Quer ver um jogo de basquete? Basta falar. Isso, claro, além da
integração com serviços de streaming.
Modelo de TV por assinatura
Se pararmos para pensar, o modelo de TV por assinatura se
manteve inalterado por muitos anos, o que fez com que ele parecesse defasado. O
mercado do streaming se aproveitou desse cenário para começar a ganhar
popularidade; afinal de contas, quem quer esperar até 22h15 para ver algum
filme numa quinta-feira quando você pode acessá-lo quando você quiser na
Netflix ou alguma plataforma similar? Além disso, ninguém quer ter que assinar
um monte de canais para ter acesso a alguns que contem com o conteúdo que eles
realmente querem assistir.
No entanto, o próprio mercado de streaming está mudando e
ficando complicado. Se há alguns anos a Netflix era a única plataforma do tipo,
hoje já temos Amazon Prime Video, Globoplay, HBO Go… isso no Brasil. Lá fora
ainda existem serviços como Hulu, Showtime, e ainda estão por vir o Disney+ e o
Apple TV+. Com tantos serviços, não seria uma boa se todos eles se juntassem em
uma única assinatura, cobrada em uma única fatura? Talvez com faixas de preços
mais baixas para quem quiser só alguns dos serviços?
Sim, curiosamente, a pulverização do conteúdo em múltiplas
plataformas de streaming, resultado de empresas percebendo que era mais
lucrativo criar plataformas próprias do que ceder os direitos de seu conteúdo
para a Netflix, pode dar origem a uma nova era da “TV” por assinatura. E faria
todo sentido do mundo se esse produto que une vários serviços começasse a sair
do papel em poucos anos.
Neste sentido, as operadoras de TV por assinatura contam com
uma vantagem em relação a outras empresas que queiram oferecer uma proposta
similar de reunir vários serviços de streaming em uma única assinatura: essas
empresas, em várias partes do mundo, também são operadoras de internet, que é
um item fundamental no consumo de vídeo por streaming. Seriam múltiplos
serviços em um só pacotão.
E não é como se a TV paga tenha parado totalmente no tempo.
Se no passado uma das limitações mais chatas era o fato de precisar seguir a
programação dos canais e limitar-se a reproduzir o conteúdo na TV, hoje
basicamente qualquer operadora conta com seus próprios serviços de filmes e
séries on-demand, incluídos no preço da sua assinatura. As credenciais também,
em muitos casos, permitem acessar aplicativos de streaming de canais.
Existem bons motivos para deixar de lado a TV por
assinatura, mas no fim das contas o que conta é disponibilidade de conteúdo e
conveniência, e não o formato como ele chega até as suas telas. O boom dos
serviços de streaming pode ter feito as operadoras de TV paga perceberem isso,
e existe uma possibilidade de que elas estejam se preparando para estarem bem
posicionadas para um novo momento em que o streaming não seja mais um inimigo,
mas sim um aliado.
Fonte: Olhar Digital
Texto e imagem reproduzidos do site: cadernomercado.com.br
quinta-feira, 25 de abril de 2019
Dona da Sky AT&T considera retirar canais HBO/Turner da Tv Paga BR
Reprodução.
Antenados na SKY, em 3 de abril de 2019
Dona da Sky AT&T considera retirar canais HBO e Turner
da Tv Paga no Brasil
Por:Matheus Sousa
Enquanto aguarda uma decisão dos órgãos regulamentadores
brasileiros, a AT&T, nova proprietária da WarnerMedia, que detém marcas como
Warner Bros., HBO e Turner, revelou que considera se desfazer da HBO e Turner
na TV paga do Brasil se não houver uma aprovação no país, via Folha de São
Paulo.
“Seja HBO, Turner, se for decidido que a AT&T não pode
ser dona dessas empresas ao mesmo tempo da SKY, uma das alternativas estaria a
de vender os conteúdos de TV paga e passar para o streaming”, disse Michael
Hartman, vice-presidente sênior da AT&T. Hartman lembra que estão
investimentos por todo o mundo acontecem continuamente, mas no Brasil, tende a
ser reduzido por consequência de uma análise e modelo de mercado ultrapassado
que não existe mais.
A AT&T encerrou no país os canais Esporte Interativo
para atender a norma que veda que o mesmo grupo detenha a operação e a produção
de conteúdo no setor. Para os casos da Turner (TNT, Cartoon Network, etc.), a
AT&T lembra que essas empresas possuem sede no exterior e não produzem
conteúdo diretamente no Brasil, que assim, na lógica, não se impediria sua
permanência com a SKY.
Hartman pondera ainda que, enquanto uma decisão não é
tomada, as concorrentes da WarnerMedia continuam se expandindo e tomando seu
espaço no mercado. O executivo finaliza dizendo que desta forma, o país estaria
fechando as portas para os investimentos não só da AT&T como também de outras
companhias. Questionado pela reportagem se a AT&T poderia deixar em
definitivo o mercado brasileiro, ele respondeu: “A AT&T só vai desistir se
for forçada a fazê-lo”.
É bom lembrar que, recentemente, a Warner Bros. fechou
acordo com a principal concorrente da HBO na TV por assinatura, o Telecine,
para exibição dos filmes do estúdio em segunda janela, o que já pode ser um
indicativo preocupante quanto a continuidade do atual modelo.
Texto e imagem reproduzidos do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com
sexta-feira, 22 de março de 2019
CNN Brasil apresenta identidade visual
Marca segue os padrões da rede CNN no mundo
Crédito:
Divulgação
Publicado originalmente no site Meio e Mensagem, em 21 de março de 2019
CNN Brasil apresenta identidade visual
Com previsão de estreia para o segundo semestre, nova
emissora de notícias mostra identidade visual de sua operação local
Anunciada em janeiro como uma nova janela na grade
televisiva paga do País, a operação nacional da CNN apresentou nesta
quinta-feira, 21, sua identidade visual.
A marca segue os padrões internacionais da CNN, com as cores
e tipografia utilizadas pela rede de notícia em todas as suas operações em
diversas partes do mundo. O logo foi desenvolvido por uma equipe de designers
da sede da CNN, em Atlanta, nos Estados Unidos.
Liderada pelo jornalista Douglas Tavolaro, a emissora conta
com suporte do empresário Rubens Menin, CEO da MRV Engenharia. A CNN Brasil
terá abrangência em todo o território nacional e contará com agências de
notícias em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e correspondentes no exterior.
O novo licenciamento não tem a ver com as operações da CNN International e CNN
em Español, que continuarão disponíveis no Brasil.
De acordo com o comunicado, a rede jornalística deve entrar
no ar no segundo semestre deste ano. “A CNN é a marca do jornalismo global.
Líder no segmento e referência em coberturas ao vivo e noticiário de análise.
Milhões de pessoas ao redor do mundo associam essa marca à credibilidade,
acontecimentos relevantes, notícias em tempo real, 24 horas por dia em suas
diversas plataformas. Lançar a logomarca com a combinação das palavras ‘CNN’ e
‘Brasil’ é um passo significativo neste momento de implantação do canal no
Brasil”, afirma Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil, no comunicado.
Texto e imagem reproduzidos do site: meioemensagem.com.br
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
TV Sergipe, anos 70
Publicado originalmente no Facebook/César Cabral, em 10/02/2019
Vídeo, sem áudio, com imagens de jornalistas da TV Sergipe,
dos Anos 70. Começa com Arlete (secretária), César Cabral, Carlos França, Euler
Ferreira e Carlo Mota (falecido), Adalvo Fernandes (falecido) e Dida Araújo. Início
da TV Sergipe. Bons tempos!
Vídeo e texto reproduzidos do Facebook/César Cabral
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Aperipê TV chega aos 34 anos...
Foto: Tíffany Tavares
Publicado originalmente no site EXPRESSÃO SERGIPANA, em 31 de janeiro de 2019
Aperipê TV chega aos 34 anos coma mais de 30h de programação
local no ar
De Redação
Com mais de 30 horas semanais de programação local, atrações
para todas as faixas etárias, a Aperipê TV completa nesta quinta-feira, 31 de
janeiro, 34 anos de história. A emissora veicula em sua grade 23 programas,
próprios ou em parceria, sendo a maior produção de conteúdo televisivo que
destaca a identidade e a cultura sergipana, além de informação e prestação de
serviços, no Estado.
A emissora pública, canal 6.1, foi fundada em 31 de janeiro
de 1985 e juntamente com as rádios AM 630 e FM 104,9 compõem o complexo de
comunicação pública do Estado de Sergipe. Recentemente, a partir de uma reforma
administrativa, agregou também as atribuições da secretaria de Estado da
Cultura, tornando-se a Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe
(Funcap/SE).
O surgimento da Aperipê TV marcou a comunicação sergipana,
como informa Raymundo Luiz da Silva, um dos fundadores. “A Aperipê TV é o marco
principal do progresso da televisão em Sergipe”. Naquela época, lembra
Raymundo, não havia uma estrutura de comunicação cultural e educacional entre o
estado e a população, “porque havia um único órgão de comunicação, que era a
então Rádio Difusora de Sergipe. Era preciso que nós aceitássemos a
modernidade, que era o advento da eletrônica, com a implantação das televisões.
Já havia algumas televisões por aqui, mas o estado não tinha uma voz televisa”,
contou.
Em mais de três décadas, a TV tornou-se o canal de expressão
dos valores, da cultura e do modo de ser dos sergipanos. Para a
diretora-presidente da Funcap, a professora Conceição Vieira, a emissora que
está sempre aberta à participação popular, tem um papel essencial como
fomentadora de conteúdo, indispensável à expansão e o fortalecimento do fazer
artístico. “Esses 34 anos de história da TV Aperipê é algo que enobrece e
engrandece a sociedade sergipana, os artistas e os gestores, que entenderam e
entendem a importância de mantê-la, mesmo diante das dificuldades econômicas
enfrentadas”, destaca a gestora, apontando entre suas missões a difusão,
também, da educação.
Conquistando espaço
Ao longo dos anos, a emissora vem conquistando cada vez mais
espaço nos lares sergipanos, graças tanto à qualidade de sua programação,
quanto aos avanços tecnológicos que vem empreendendo. O diretor de radiodifusão
da Funcap, Chiquinho Ferreira, lembra o papel importante de preservar e
resgatar a história dos artistas e do próprio estado: “temos um departamento de
produção que nos permite realizar um trabalho de qualidade, como o que estamos
produzindo agora, a história de Josa, Vagueiro do Sertão, cujo aniversário é
agora em março, e a história de tantos outros artistas, buscando sempre fazer
um arquivo, um acervo do artista sergipano”, afirma Chiquinho.
Ferreira também chama a atenção para o fato de que a TV
Aperipê, ao longo desse tempo, além de toda a produção de seu conteúdo, “e da
importância que tem para a cultura e a comunicação no estado, cumpre também um
papel extremamente importante, que é o de ser um laboratório aos desejam
aprender a fazer televisão. “Ela, além de estar a serviço da notícia, da boa
reportagem, da cultura e do entretenimento, é também uma escola. Muitos dos
profissionais que hoje estão no mercado, e não apenas o sergipano, mas além
fronteiras, ou foram estagiários ou começaram aqui. A emissora mantém convênio
com duas universidades, uma particular e uma pública, e abre sempre as portas
para que o aluno possa aprender, na prática do dia-a-dia, a correria, o
corredor que é uma edição, uma matéria de rua. A Aperipê TV, além de toda a
produção de seu conteúdo, da importância que tem para a cultura e a comunicação
no estado, cumpre também um papel extremamente importante que é de ser um
laboratório e uma porta aberta aos estudantes”.
Tecnologia e conteúdo
Nos últimos anos, a Aperipê TV vem passando por mudanças
significativas, que tem permitido elevar a qualidade da produção de conteúdo,
da veiculação da programação e consequente aumento da audiência. A grande
mudança pela qual passou é a certamente a migração para o sistema digital, com
transmissão em HD, fruto de um projeto de digitalização que nasceu em 2007.
“Um projeto em várias fases” lembra Jefferson Andrade,
diretor da TV: “com a transmissão em HD, passamos a ter uma visibilidade maior,
que não tinha com a analógico. O Canal 2 requeria uma antena maior, o sinal não
era dos melhores e a qualidade da transmissão comprometida. Hoje, estamos de
igual para igual com relação às demais emissoras do estado. A mudança
estratégica para a frequência Canal 6.1, ficando entre as duas maiores
emissoras do estado, também foi importante para dar maior visibilidade ao que a
TV produz”, afirma Jefferson, não sem lembrar que, hoje, a TV chega a 46
cidades do estado.
Jeferson Andrade também destaca o fato de que, em função da
produção de conteúdo, a Aperipê TV tem
hoje significativo respaldo entre as emissoras públicas no Brasil, e que ela é
uma referência junto as demais: “tanto junto à TV Brasil, e agora junto à TV
Cultura, como emissora que tem um estrutura de produção local, de fornecer
conteúdo diário aos seus telespectadores, próprio ou em parceria, além de sua
qualidade técnica fazem da Aperipê TV uma emissora também bastantes respeitada
lá fora”, ressalta.
Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Vem aí a CNN Brasil e pode travar guerra com a GloboNews
CNN anuncia lançamento de canal Brasil e pode travar guerra
com GloboNews na era Bolsonaro
Do Portal Sergipano
No ar desde 1996, a GloboNews reina absoluta no segmento de
notícias da TV paga. Está sempre entre os canais melhor colocados no ranking de
audiência. Chegou a ser o sétimo mais visto no final de 2018.
Essa posição
confortável foi conquistada, sem dúvida, pela qualidade da programação. Mas há
outro fator relevante: a falta de um concorrente forte.
RecordNews, lançada
em 2007, e Band News, no ar desde 2005, nunca ameaçaram a liderança de público
e influência do canal de notícias do Grupo Globo.
Agora surge uma nova
emissora do gênero com potencial para acirrar a competição pelo público ávido
por informações e análises a respeito, principalmente, de política e economia.
Após 17 anos na
Record, Douglas Tavolaro, que era vice-presidente de jornalismo, desligou-se do
canal para instalar a CNN Brasil, espécie de franquia da mais poderosa emissora
de notícias do planeta, sediada em Atlanta, no estado americano da Geórgia.
A CNN existe desde
1980. Tornou-se mais conhecida pela cobertura de guerras no Oriente e o time
estrelado de repórteres, comentaristas e correspondentes.
Hoje, é a TV mais
odiada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Contrapõe o jornalismo
pró-Casa Branca praticado pela rival Fox News.
A CNN Brasil deverá
começar a transmitir ainda este ano. “Nosso objetivo é contribuir com a
democratização da informação no País”, afirma o fundador e presidente da
construtora MRV, Rubens Menin, responsável pelo investimento milionário da
operação.
Texto e imagem reproduzidos do site: portalsergipano.com
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