quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Netflix está perto de bater Net e Sky e ser a maior TV paga do Brasil

Netflix (Mike Blake/Reuters)

Publicado originalmente no site da revista EXAME, em 01 de agosto de 2018

Netflix está perto de bater Net e Sky e ser a maior TV paga do Brasil

Segundo consultoria, Netflix deve chegar a 10 milhões de usuários até o final de 2018.

Por Mariana Desidério 

São Paulo – A Netflix está perto de vencer as TV’s por assinatura no Brasil. Pelo menos segundo um estudo da consultoria Ampere Analysis, que mostra que o serviço de streaming pela internet terá até o fim do ano mais usuários por aqui do que a Net maior operadora de TV por assinatura do país.

A Netflix não revela oficialmente quantos assinantes tem no Brasil, mas segundo a consultoria, deve chegar a 10 milhões de usuários até o final de 2018. Em termos de contratos, isso corresponde a 24% do mercado de TV por assinatura. A discrepância se deve ao compartilhamento de senhas, segundo informações do Teletime, que promoveu o evento PayTV Forum, onde o estudo foi apresentado.

Já a Net e Claro TV têm juntas 8,9 milhões de assinantes, enquanto a Sky tem 5,2 milhões, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Apesar de ultrapassar as concorrentes em número de usuários na projeção da consultoria, a Netflix ainda fica com apenas 5% do total de receitas do mercado, segundo o estudo, devido ao preço das assinaturas. 

Outro dado mostra que, no país, 8% das casas usam serviços de vídeo sob demanda como principal forma de assistir televisão. Nos Estados Unidos, este número é aproximadamente 13%, enquanto os maiores mercados são Austrália (17%) e México (16%).

Texto e imagem reproduzidos do site: exame.abril.com.br

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Para combater a crise no setor Globosat e sky pedem união


Publicado originalmente no site Antenados na Sky e Cia, em 31 de julho de 2018 

Para combater a crise no setor Globosat e sky pedem união

O diretor geral da Globosat, Alberto Pecegueiro, e o CEO da Sky, Luiz Eduardo Baptista, cobraram, durante o PAYTV Forum, que acontece esta semana em São Paulo, união do setor para proteger a TV paga dos entrantes no mercado de conteúdo. "Estamos sempre sendo desafiados e o entrante sempre tem a simpatia. O negócio da TV paga sempre encontra reação do consumidor", disse Pecegueiro. "Estamos numa era em que todos os 'seres jurássicos' têm que se unir. Temos um legado a defender. Tem muito o que podemos fazer em cooperação, mantendo ainda alguma concorrência", concordou Baptista. Para eles. A indústria de TV por assinatura tem muito a mostrar e um grande valor conjunto, quando olhado sob a ótica da oferta de todos os canais, mas muitas vezes isso acaba não sendo percebido.

Pecegueiro fez duras críticas ao modelo da Netflix no evento. Segundo ele, ao entregar conteúdo por um valor baixo, a plataforma destrói o valor da TV por assinatura. "Netflix tem inúmeras qualidades. Ninguém questiona as novidades tecnológicas e a mudança no hábito de consumo que ela trouxe. A questão é que o modelo de precificação ainda é insuficiente. Até que encontre um modelo sustentável, ela é uma destruidora do valor do setor", disse. "Por que se entrega tanto conteúdo por tão pouco valor?", questionou.

Segundo ele, os estúdios já admitem que criaram um monstro ao ceder conteúdos à Netflix. Hoje, a plataforma destina grande volume de recursos a produções exclusivas, enquanto os estúdio começaram a retirar seus conteúdos. "Esses conteúdos (dos estúdios) ainda representam 70% a 80% dos acessos. Aumentar o volume de produção própria, em nível global, pode ser irresponsável", disse o executivo. Para Pecegueiro, como o Brasil é o segundo mercado da plataforma, é também  desse investimento. O executivo diz que o investimento por aqui, no entanto, é de qualidade duvidosa, "como aconteceu conosco no passado". A série "3%", produzida para a Netflix no Brasil pela Boutique, chegou a ser, entretanto, a série de língua não-inglesa mais assistida dos EUA.

O executivo destaca que o volume de conteúdo na TV paga é substancialmente maior. "Em 2017, o conjunto das programadoras da TV paga ofereceu 2,3 mil séries. A Netflix tem 1,2 mil", disse. Ele se refere a conteúdo com dois ou mais episódios.

O diretor geral da Globosat atacou ainda a entrada dos players online na disputa de direitos esportivos. "A bolha do preço de direitos esportivos cresce e estoura periodicamente, mas como pode crescer exponencialmente enquanto o país vive sua pior recessão. Ninguém aqui está soltando foguetes. Por quê o segmento esportivo está fora desse processo? Por que alguém vai se dispor a pagar o dobro do que foi pago no último ano?"

Segundo Pecegueiro, a compra dos direitos da Champions League pelo Facebook foi "um processo não ético". Além disso, ele diz que a rede social não sabia qual é realmente o negócio: "Agora tem que produzir os jogos e não sabe fazer isso". Para o executivo, o investimento não vai se pagar. "Eles vão aprender isso. Coletivamente a indústria de TV é muito forte. Dá para segurar até eles aprenderem", afirmou, ao ser questionado se esses novos modelos trazidos não corriam o risco de desestruturar a indústria de TV paga até que um modelo de equilíbrio fosse encontrado.

Crise

Os dois executivos comentaram também a queda de base no setor. "Não percebemos queda de demanda. Há muita 'desconexão involuntária' (quando a operadora corta o sinal por inadimplência). Acabou o dinheiro, mas o assinante ainda percebe o valor do produto", disse Pecegueiro. "Todos nós perdemos margem, mas colocamos em primeiro lugar a qualidade porque sabemos que uma hora saímos dessa encrenca. Esses ciclos da economia brasileira – na hora que sai, tem que ter um produto bom para entregar.

Para Baptista, pode-se apresentar diferentes explicações sobre a retração do setor nos últimos anos com base em mudanças de hábitos, novas aspirações, evolução da tecnologia etc. Mas o que vale mesmo para explicar é a falta de renda. "Temos uma indústria que tem uma correlação íntima com o índice de emprego", disse. "Tomamos a decisão há quatro anos de ser intolerante com quem não pode pagar o custo mínimo do que entregamos. Para quem ficou, temos resultados melhores. Quem achávamos quera coisa momentânea, contemporizamos. Mas os outros, deixamos ir".

Para o presidente da Sky,  o setor precisa se reorganizar para um processo de cadeia de valor com desintermediação. "Vai sobreviver quem tiver o marketing de conteúdo parrudo. Me vejo como muito mais que uma operadora: um distribuidor de conteúdo", disse.

O presidente da operadora de DTH lembrou ainda que o desarranjo do mercado traz o tema da curadoria. A questão a ser resolvida é como se criar um market place de conteúdos, incluindo a curadoria das operadoras. Para a Sky, "fair share" de cada elo vai mudar, mas os grandes market places de conteúdos, os shopping centers, não vão morrer. "Eu não trabalho para destruir valor de nada que não tenha um swap imediato", disse o executivo. "Os entraves são os conflitos de como fazer. Como sair do modelo a para o B".

Texto e imagem reproduzidos do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com

terça-feira, 31 de julho de 2018

Programa É Coisa Nossa, na TV Câmara Aracaju

 Programa  É Coisa Nossa, na TV Câmara Aracaju, 
Apresentado por Valadão

Fotos reproduzidas do Facebook/Valadão Valadão.

sábado, 21 de julho de 2018

Jamile Pavlova no "Combinado", da TV Sergipe

Jamile Pavlova (foto: Elson Mota)

Âncora Feminina 

Depois do hiato de algumas semanas em decorrência da Copa do Mundo da Rússia 2018, o televisivo "Combinado" está de volta à grade da programação da "TV Sergipe" e chega trazendo novidade. Com a saída da jornalista 'Fernanda Pinheiro', a presença feminina do programa exibido nas tardes de sábado, será ocupado pela apresentadora 'Jamile Pavlova'.  A estreia da jornalista será neste sábado, 21, às 14h...

Texto e imagem reproduzidos do site: bacanudo.com

sábado, 14 de julho de 2018

Como escolher a TV ideal para sua casa?


Publicado originalmente no site Comunicação VIP, em 5 de junho de 2018

Como escolher a TV ideal para sua casa?

Com a proximidade da Copa do Mundo e do São João, começaram as buscas por televisores. A rede supermercadista GBarbosa prevê crescimento de 30% nas vendas de televisores até o início dos jogos, em especial das TVs acima de 43 polegadas. De acordo com o gerente comercial de Eletro do GBarbosa, Luciano Hoffmann, as vendas começaram a esquentar a partir da última semana de maio e os modelos mais procurados são as de telas a partir de 43 até 65 polegadas com na tecnologia 4k, que oferece mais qualidade de imagem e som.

A partir deste fim de semana, todos os itens de Eletro participantes da campanha terão um plano de pagamento diferenciado, com a facilidade de pagamento em até 18x sem juros ou 24x com juros no Cartão Cencosud/GBarbosa.

 Como escolher sua TV?

Existem muitos modelos, tamanhos e resoluções de TV. Como fazer a escolha certa? Levar uma HD, Full HD ou UHD 4K? As telas LED são o tipo mais encontrado nas lojas. Os LEDs permitem maior controle sobre o nível de luz e por isso as imagens têm melhores contrastes e brilho. “As TVs de LED também são mais econômicas. Há telas de LED extremamente finas e/ou com bordas quase que imperceptíveis à primeira vista”, informa Hoffmann.

Para quem busca uma tela grande, assim como as de cinema, podem escolher aquelas com imagens HD ou Full HD.  A diferença está na resolução ou no número de pixels por polegada: enquanto o HD possui 720p, a TV Full HD tem 1080p. “Quando maior a resolução, melhor a nitidez da imagem”, orienta o gerente de Eletro. O cliente tem que considerar ainda o tamanho do lugar onde a TV vai ficar, pois quanto maior a tela, maior deve ser a distância entre ela e o sofá, evitando incômodos na visão.


Já a TV 4K ou Ultra HD (2.160 pixels) é mais indicada para telas a partir de 43 polegadas. O preço da nova tecnologia vem muito competitivo comparado aos modelos já conhecidos.  Para Hoffmann é uma excelente escolha para quem não quer perder nenhum mínimo detalhe dos jogos.

Os clientes podem encontrar outros produtos para a acompanhar a Copa do Mundo, como aparelhos de som de alta potência para festejar com muita música as vitórias do Brasil; smartphones e tablets para discutir os jogos online com os amigos via redes sociais e registrar os encontros com belas fotos. “Há ainda celulares e smartphones com acesso à TV, para o telespectador assistir os jogos em qualquer lugar”, dá a dica Hoffmann.

Texto e imagens reproduzidos do site: comunicacaovip.com.br

terça-feira, 10 de julho de 2018

Conheça a SOT TV nova plataforma de distribuição de conteúdo


Publicado originalmente no blog Antenados na Sky e Cia, em 04/07/2018

Conheça a SOT TV nova plataforma de distribuição de conteúdo que promete concorrer com as principais operadoras de Tv no Brasil

SOT chega iniciando operações no Brasil e Mercosul através dos aparelhos de TV  e celulares, além de todas as tecnologias conectadas à internet

Já imaginou assistir uma programação variada, em HD, usando pouca velocidade de internet e gastando apenas R$ 11 por mês? A SOT não só imaginou como fez! O Sistema Operacional de Televisão é uma plataforma para assistir conteúdos via streaming, que é considerado o futuro do entretenimento, afinal, de acordo com pesquisas, 139 milhões de brasileiros são usuários de internet.

Fruto de um grupo de investidores brasileiros e estrangeiros, o Sistema SOT começar a operar no Brasil a partir desta noite. A empresa chega para concorrer com as operadoras Net, Vivo e Sky, porém o diferencial consiste em acessos através dos aparelhos de TV SMARTS, Apple TV e celulares, como também em todos os aparelhos que se conectem à Internet.

Dessa forma, conteúdos que hoje funcionam de maneira regional, poderão ser expandidos para a condição de projeção nacional, por exemplo, dando ao usuário uma opção prática de entretenimento em qualquer local, com muito mais variedade, já que dispensa o uso de cabos e fios.

A plataforma começa a operar com a taxa de R$ 11 por mês e o usuário pode utilizar várias formas de pagamento. É só baixar o aplicativo no celular, clicar em assinar e preencher com os dados solicitados. Ao chegar na tela de pagamento, é possível escolher entre cartão de crédito ou débito ou, ainda, o Pincash, um sistema de pagamento similar ao carregamento de crédito no celular. O usuário escolhe em que estabelecimento quer pagar a taxa: são mais de 330 mil locais espalhados pelo Brasil. As vantagens não param por aí: o assinante não precisa utilizar nenhum cartão e, ainda, não há consulta aos órgãos de proteção de crédito.

A superintendência artística da SOT é feita por Milton Neves, respeitado diretor que já trabalhou com Gugu e Eliana, entre outros artistas. "O sistema é único e a implantação está a todo vapor. Já começaremos com Brasil, logo em seguida com Bolívia, Paraguai e Argentina. Nos países vizinhos, nossas assinaturas começarão com U$11,00. A ferramenta é tão inovadora que já chamou a atenção da imprensa brasileira. O canal ainda conta com inovações na programação como o reality de Sula Miranda, uma programação infantil inovadora e otalk show Na Lata, de Antônia Fontenelle", diz Milton.

Além disso, a SOT está negociando outros conteúdos e novos canais serão abertos e disponibilizados, ainda durante o mês do lançamento do serviço. "Alguns televisores já estão saindo de fábrica com o aplicativo da SOT homologado e inserido na tela de compra. Isso facilita demais o acesso ao nosso sistema, que tem a missão de levar informação e conteúdo de qualidade, sem fronteiras", finaliza o diretor.

Para mais informações acesse  ao site: sottv.com.br

Texto e imagem reproduzidos do blog: antenadosnaskyecia.blogspot.com

domingo, 1 de julho de 2018

A Bela da Copa - Jornalista Fernanda Gentil


 
Fernanda Machado Soares Gentil é uma jornalista 
e apresentadora de televisão brasileira. Atualmente trabalha 
como repórter e apresentadora da Rede Globo,
 e comanda o Esporte Espetacular...

sábado, 16 de junho de 2018

domingo, 27 de maio de 2018

Gente – Uma conexão Globosat


Texto publicado originalmente no site Antenados na SKY e cia, em 24/05/2018  

Novidades

"GENTE" GLOBOSAT LANÇA PLATAFORMA MULTIMÍDIA DE CONTEÚDO

"Gente – Uma conexão Globosat" reúne estudos sobre hábitos e comportamentos do consumidor brasileiro
                 
Em maio a Globosat lança "Gente – Uma Conexão Globosat" (http://gente.globosat.com.br/), uma ferramenta de curadoria de dados sobre o comportamento do consumidor brasileiro. A plataforma tem como missão levar informação atual por meio de estudos baseados nas pessoas e nas pautas contemporâneas da sociedade. O objetivo principal é dividir o conteúdo, que pode virar insights, consequentemente ideias que vão construir estratégias mais assertivas. A plataforma será aberta a todos, sem necessidade de logins ou cadastro. A intenção é torná-la acessível, sem barreiras de navegação.

Ao longo da sua trajetória, a Globosat tem estudado regularmente os comportamentos, tendências e hábitos dos brasileiros em parceria com os melhores institutos de estudos e pesquisas do país. Conhecer as pessoas permite entregar entretenimento com diversidade e profundidade, presente no portfólio de mais 30 canais e na pluralidade de seus programas. O consumidor é o ponto de partida para definir a atuação e apostas das marcas do grupo e a plataforma GENTE nasce com a proposta de dividir os aprendizados que temos sobre os brasileiros com o mercado.

"A Globosat é uma fomentadora de conteúdo, e isso vai além das nossas produções audiovisuais, e a GENTE vem concretizar esse nosso DNA. Através das nossas marcas, produzimos constantemente estudos, pesquisas e análises. Criamos esse ambiente que vai reunir informações sobre o público brasileiro.  Certamente ajudará muito o mercado publicitário, agências e empresas, a conhecer no detalhe o consumidor.  A ideia é dividir com todos um conhecimento sobre os brasileiros que ficava restrito ao nosso universo. E é a partir das pessoas que estão por trás dos estudos que conseguimos compreender melhor o mundo, o que vem por aí e conhecer gente que vai moldar o futuro.", conta Manuel Falcão, diretor de marketing da Globosat.

A ferramenta terá cinco coleções iniciais de estudos: Esporte Para Sentir, Comportamentos Emergentes, Expoentes Culturais, Além do Gênero e Gerações Sem Idade. Para o lançamento, serão ao todo 10 estudos disponíveis, todos dentro desses pilares de conhecimento. Todo conteúdo será apresentado com soluções interativas que vão auxiliar não somente na compreensão, mas também na disseminação dele.  A estética já mostra que a experiência de navegação é fácil e orgânica e traz o principal: informação em artigos, vídeos, infográficos, podcasts, listas, newsletters e apresentações que podem ser baixadas como PDF. E um dado importante: a configuração do site já entra para leitura acessível não somente para desktops, mas também em versão mobile.

10 ESTUDOS INICIAIS DA PLATAFORMA GENTE

Torcedores do Brasil

Uma análise da relação do brasileiro com a Copa do Mundo desvenda como o maior evento do esporte global é capaz de despertar paixões e parar o país

A nova cara dos esportes

A identidade esportiva brasileira se desconstrói para revelar novas interatividades e protagonismos.

Música é o Verbo do Futuro

Experimentações de artistas — e também do público — sinalizam o futuro da música e fazem da tecnologia a trilha sonora dos nossos dias.

Nunca Se Falou Tanto Sobre Música

A ampliação do acesso e a multiplicidade de opções da era digital transformam o modo como a música é consumida hoje em dia.

Por trás das telas

Um retrato do consumo audiovisual no Brasil.

Prazer, Somos A Geração Alpha!

A Geração Alpha redefine padrões de comportamento e, brincando, revela uma nova visão de mundo.

O Prazer É Seu: Qual O Seu Perfil Pornográfico?

A indústria pornográfica se adapta, transforma os novos tempos e se incorpora cada vez mais à vida das pessoas.

Uma Nova Infância

O protagonismo conquistado pelas crianças na moderna infância reconstrói a relação com o mundo dos adultos e revela novas possibilidades de educação e aprendizagem.

O Mundo Secreto das Mulheres

A forma como as mulheres têm lidado com seus segredos ao longo do tempo traz à tona questões de construção de identidade nas esferas pública e privada.
  
O caminhar das gerações

Divisões geracionais delimitam identidades e ajudam a categorizar a construção de individualidades no Brasil

Texto reproduzido do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Quais as diferenças entre IPTV e OTT?


Publicado originalmente no site Ispblog, em 12/09/2016

Entenda as diferenças entre IPTV e OTT

A TV no Brasil passou por muitas mudanças nos últimos anos, com a popularização da TV Digital. De acordo com a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura, o país tem cerca de 18,9 milhões de usuários de TV paga hoje. Nos últimos anos, esse mercado se viu ameaçado pela internet — e é aí que entram a IPTV e o OTT, duas formas de se adaptar a essas mudanças.

Apesar de os conceitos não serem novos, só agora que eles têm começado a ser mais usados e ainda há muita confusão sobre o que é cada um. No post de hoje, vamos explicar o que é a IPTV e o OTT e como eles se posicionam no mercado.

O que é IPTV?

Colocado de forma simples, a IPTV é uma transmissão dos canais de TV com alta qualidade por meio de uma conexão dedicada de internet, ou seja, ela não é usada para outros propósitos. Não é necessário ter uma SmartTV para usar do IPTV, já que ele geralmente ver com uma set-top box para se conectar à televisão.

O que essa forma de transmissão traz como principal benefício é que provedores de internet podem aproveitar parte da sua infraestrutura para passar a fornecer esse tipo de serviço, o que o torna mais barato com relação aos serviços de TV por assinatura tradicional. A IPTV também dá um maior poder de escolha para o usuário, uma vez que ele não precisa ficar preso a pacotes de canais, como é feito na TV por assinatura.

Além dessa liberdade maior, a IPTV traz diversas possibilidades de interação com o usuário. Como há maior facilidade em criar ferramentas para o ambiente digital, é mais fácil de implementar funções como compras on-demand e enquetes dentro dos programas. Havendo o uso de protocolos de segurança, é possível até mesmo realizar compra e venda dos produtos mostrados na programação por meio da própria TV.

E o OTT?

A principal diferença dos serviços Over-The-Top é que eles não usam um canal dedicado — na maioria das vezes, sendo baseado em plataformas multiuso, como computadores, SmartTVs, videogames e celulares. Por causa disso, a qualidade de imagem e áudio destes serviços depende da rede a qual eles estão conectados.

Geralmente, os serviços OTT não são fornecidos por meio de servidores de internet, mas sim por outras companhias focadas na produção do conteúdo veiculado. Como não há nenhum custo com infraestrutura, os custos de serviços OTT são ainda mais baixos e, muitas vezes, usa-se um sistema totalmente on-demand.

Como OTT e IPTV se posicionam no mercado?

IPTV ainda está começando a crescer no Brasil, sem grandes provedores que ofereçam este tipo de serviço para o consumidor. A IPTV compete de forma mais direta com o modelo das TVs por assinatura, que tem perdido milhares de usuários nos últimos anos. Esse é um serviço que ainda pode ser muito explorado por empresas que já tenham a infraestrutura de um provedor de internet.

Já o OTT é um modelo que tem ganhado cada vez mais o público consumidor devido ao seu baixo custo e a sua versatilidade. Mas ainda enfrenta algumas dificuldades, como a falta de garantia de qualidade de imagem e áudio que é encontrada na TV. Com o passar dos anos, é provável que os serviços de OTT encontrem meios para melhorar tanto o seu conteúdo quanto a sua qualidade de serviço a ponto de competir efetivamente com a TV...

Texto e imagem reproduzidos do site: ispblog.com.br

Operadora Sky descarta lançamento OTT no Brasil


Publicado originalmente no site Telaviva, em 24 de maio de 2018 

Operadora Sky descarta lançamento OTT no Brasil

Por Mariana Toledo

Nesta semana, a Sky anunciou o lançamento da Sky Play, nova plataforma de vídeo sob demanda da operadora que disponibiliza a seus assinantes acesso a uma ampliação de conteúdos de entretenimento. "Neste primeiro momento, somente os clientes com equipamentos DVR dispõem do serviço, mas a ideia é ampliar o acesso em breve para toda a base por meio do aplicativo Minha Sky", garante Regina von Zuben, Diretora de Produtos Sky. No app, os usuários poderão assistir a esses conteúdos quando e onde quiserem, apenas munidos de aparalhos Android ou iOS.

Atualmente, os clientes com o equipamento DVR – com recurso de gravação – já têm acesso ao Sky Play, não é necessário baixar nenhuma funcionalidade adicional. A dinâmica é conectar o equipamento à internet e acessar o canal 1.

O Sky Play foi um projeto desenvolvido internamente, graças ao expertise dos profissionais da Sky e da DirecTV. Portanto, a operadora não firmou parcerias com nenhuma empresa voltada à tecnologia para a criação da plataforma. As únicas parcerias envolvidas foram com os canais, em relação ao compartilhamento do conteúdo. Por enquanto, os envolvidos foram Telecine, Fox, Universal Studios, Sony Pictures, Disney Studios, Discovery, Viacom e Food Network.

Inicialmente, o serviço já possui portfólio com filmes recém-saídos da programação dos cinemas e séries premium dos canais de TV por assinatura. "A Sky é especialista em entretenimento e tem em seu DNA a curadoria dos conteúdos que oferece aos seus clientes. A operadora fará toda a seleção desses conteúdos, garantindo a melhor e mais completa experiências aos assinantes. O conteúdo será variado e equilibrado entre grandes sucessos do cinema, séries, programas variados dos canais, infantis, entre outros.", explica a diretora, reforçando a ideia de atualizar, constantemente, as opções de conteúdos da plataforma.

Os conteúdos aos quais cada assinante tem acesso depende do pacote que ele contratou com a operadora. Os filmes disponíveis para alugar têm preço variável entre R$3,90 a R$16,90. Mas há ainda séries e programas variados ofertados gratuitamente. Inicialmente, o conteúdo se restringe ao disponibilizado pelos canais parceiros, mas a ideia é ampliar esse leque com novas parcerias e títulos diferentes ainda neste ano.

Apesar da operadora ter case de OTT fora do Brasil, como é o DirecTV Now, nos Estados Unidos, Regina von Zuben descarta a possibilidade de uma versão semelhante no Brasil: "Não há definição sobre o lançamento de um serviço de OTT pela Sky no Brasil.", afirma.

Texto e imagem reproduzidos do site: telaviva.com.br

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Programa Expressão - Apresentação Pascoal Maynard

 No Expressão desta sexta (13), 7 da noite, na Aperipê TV, 
a cantora Célia Gil e o músico Plínio Marcos. 
Reprise no sábado, 5:30 da tarde. 
Clique aqui e assista ao vivo pela internet: 
http://aperipe.com.br/ao-vivo/tv

TVA Vive, ainda, em todos nos...




Publicado originalmente no Facebook/Nestor Amazonas, em 12/04/2018

TVA Vive, ainda, em todos nos...
Por Nestor Amazonas

O real motivo da reunião seria o aniversário do Marcello Zenni, o Dorian Gray da ESPN/Disney, seus 51 anos pediam o apoio de amigos e meio sem-querer-querendo a noite da quarta-feira foi tomando corpo e alma de uma velha conhecida.

De repente, mais de 25 anos depois, as equipes da Programadora TVA, da TVA Digisat Banda C e da TVA Networks estavam representadas na mesma mesa, com a mesma alegria de sempre.

O quórum esperado era maior, mas a cidade, o trânsito, a vida e os perrengues de cada um nos reduziu a uma dezena – poucos, mas bons. E como uma paixão antiga que reacende, o espírito da TVA nos tomou pelo braço e nos uniu mais uma vez ao sabor de risos, lembranças e boas sacanagens.

Só quem viveu aquele clima, aquele espírito de pioneirismo e dedicação ao inédito mercado de tv por assinatura no Brasil, vai saber do que estamos falando.

Foram muitas histórias, conquistas e dramas, mas sempre com a mesma vontade de fazer o melhor numa revolução do mercado de entretenimento no país.

Os ausentes – não vou citar para não cometer gafes nem injustiças, saibam que foram lembrados, reverenciados e citados como personagens dos inúmeros “causos”. A festa só terminou porque o bar precisava fechar.

E aqui fica uma provocação: que tal um big encontro no dia 3 de junho, um almoço na Vila Madalena para comemorar os 27 anos de lançamento da TVA pelo Grupo Abril?

Os interessados se manifestem, eu, em todo caso, vou me programar...no dia 2 de junho terei 64 bons motivos para festejar.

Ah, sim, o aniversário do Zenni, na verdade foi na quinta e ele deve estar comemorando até agora...

(Troupe de saltimbancos...da esquerda para a direita...Ricardo Daumas, ex Abril; Eu, feliz: Odete Cruz, o motor da Ancine; Marcelo Marcelo De Lamare Assumpção, a simpatia de sempre, Marcos Amazonas, cabeça brilhante; Minelli Valmir Minella, o melhor fazedor de cabeças brilhantes de SP; Paulo Ricci - dispensa apresentações; Roseli Ricci, madame e orientadora alimentar e o niversariante do dia, Marcelo Zenni)

Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Nestor Amazonas

sexta-feira, 30 de março de 2018

Expressão especial sobre Imbuaça

Foto: Programa Expressão/Pascoal Maynard

Texto publicado originalmente no site infonet/blogs/ivanvalenca

Expressão  especial sobre Imbuaça

Pascoal Maynard anunciando edição especial do seu programa Expressão, na TV Aperipê, a partir das 7 da noite.

O programa focalizará o grupo teatral Imbuaça, dentro da Semana do Teatro, que se comemora até hoje.

Em foco, principalmente, a encenação do espetáculo “Mar de Fitas, Nau de Ilusão”.

Amanhã, sábado, tem reprise do programa a partir das 5h30 da tarde. É possível assisti-lo pela internet, acessando: aperipe.com.br/ao-vivo/tv.

O Expressão é o único programa local a focalizar as atividades das companhias de Teatro que existem na cidade.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br/blogs/ivanvalenca