sábado, 7 de setembro de 2019

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Apple TV+: serviço deve chegar em novembro nos EUA...

Apple TV deverá custar US$ 10 por mês

Publicado originalmente no site LINK ESTADÃO, em 20/08/2019 

Apple TV+: serviço deve chegar em novembro nos EUA por US$ 10 mensais

Companhia deve investir US$ 6 bilhões no serviço, diz jornal

 Por Redação Link - O Estado de S. Paulo

Anunciado com pompa e uma constelação de estrelas de Holywood, o Apple TV+, novo serviço de Streaming da empresa, deverá estrear nos EUA em novembro por US$ 9,99 mensais, diz uma reportagem da agência de notícias Bloomberg. Se confirmada a informação, a Apple esquentará ainda mais a guerra do streaming, pois entrará no mercado no mesmo mês em que a Disney lança o seu próprio serviço, o Disney+.

A Apple ainda não anunciou oficialmente data e preço para o Apple TV+, mas o considera como pilar fundamental de sua nova estratégia de aposta em serviços: até 2020, a companhia espera ter receita de US$ 50 bilhões com serviços. A disputa com a Disney, porém, deverá ser intensa. Em abril, a gigante das produções anunciou que o Disney+ terá assinatura de US$ 7 - além disso, ela vai oferecer um pacote de US$ 13 com Disney+, ESPN+ e a plataforma de séries Hulu.

Para tentar aumentar as chances de sucesso na empreitada, a Apple teria multiplicado por seis o orçamento dedicado ao Apple TV+. Segundo o jornal Financial Times, a companhia deverá investir US$ 6 bilhões no serviço, aumento de US$ 5 bilhões em relação ao valor divulgado dois anos atrás - US$ 300 milhões serão investidos apenas na série "The Morning Show", estrelada por Jennifer Aniston, Reese Witherspoon e Steve Carrell.

Ainda assim, o valor é baixo comparado ao que Netflix e Disney devem investir em seus serviços. A atual líder deve gastar US$ 14 bilhões com produções em 2019, enquanto a empresa do Mickey planeja injetar US$ 24 bilhões no Disney+. Em março, a Disney gastou outros US$ 71 bilhões na compra da Fox para fortalecer sua plataforma.

Texto e imagem reproduzidos do site: link.estadao.com.br

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Globo inaugura o MG4, conjunto de 3 novos estúdios...

 João Roberto Marinho, Roberto Irineu Marinho e
 José Roberto Marinho tiram a faixa de inauguração do MG4, 
conjunto de 3 novos estúdios do Grupo Globo que amplia
 o maior complexo de produção de conteúdo
 da América Latina, no Rio de Janeiro 
Foto: Estevam Avellar/Globo





Publicado originalmente no site G1 GLOBO, em 08/08/2019

Globo inaugura o MG4, conjunto de 3 novos estúdios que amplia o maior complexo de produção de conteúdo da América Latina

Espaços fazem parte dos Estúdios Globo, que passam a ocupar área total de 1,73 milhão de metros quadrados. Projeto levou 5 anos para ser concluído e teve investimento de R$ 207 milhões.

Por G1

A Globo inaugurou, nesta quinta-feira (8), três novos estúdios, ampliando o maior complexo de produção de conteúdo da América Latina, os Estúdios Globo, na Zona Oeste do Rio.

Com setores de produção e armazenagem e chamado Módulo de Gravação 4 (MG4), o espaço ocupa uma área total de 26 mil metros quadrados – cerca de quatro campos de futebol. Entre pesquisa e obras, foram cinco anos para concluir o projeto, que teve um investimento de R$ 207 milhões.

Apostando em inovação tecnológica e voltado à dramaturgia, o MG4 parte de um conceito que prevê a adoção de métodos de gestão e uso de recursos com que contam grandes produções internacionais. Os três estúdios estão habilitados para os formatos 4K e 4K HDR, por exemplo (leia mais abaixo).

Complexo MG4 levou um ano e meio para ficar pronto; obra gerou 700 empregos diretos

Os Estúdios Globo passam a ter uma área de 1,17 milhão de metros quadrados, onde ficam 13 estúdios de gravação – no total, eles somam 12,5 mil metros quadrados.

"A inauguração deste novo complexo de estúdios é a prova de que os meus irmãos e eu – e agora também nossos filhos – honramos essa tradição. Ao longo das décadas, o Brasil pôde testemunhar que, em essência, somos excelentes contadores de história, não importando o meio de distribuição", declarou Roberto Irineu Marinho, presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, na solenidade oficial de inauguração realizada nesta manhã, em que também estiveram presentes os acionistas João Roberto Marinho e José Roberto Marinho, seus familiares, além de elenco e executivos das empresas Globo.

"Nossos conteúdos – nossas histórias – ao mesmo tempo são impactados por nossa cultura e por nosso povo e impactam essa mesma cultura e esse mesmo povo. Essa é a chave do nosso sucesso no passado, no presente e no futuro. E é o que nos dá confiança para realizarmos investimentos tão vultosos quanto os necessários para a construção destes três novos estúdios, em que mais histórias serão produzidas para serem contadas."

"Eu vi a emoção e o sonho nos olhos das pessoas que estavam fazendo isto aqui. E é isso que a gente é: nós somos pessoas que construímos sonhos. Sonhos que geram experiências emocionais em outras pessoas. Porque essas empresas trabalham com sonho, trabalham com emoção. E, no nosso negócio, sem sonho e sem emoção, a gente não anda. Eu queria fazer uma homenagem às pessoas que fizeram isso aqui, às pessoas que estão fazendo esses sonhos todos os dias, e dizer que a vista que a gente tem depende da montanha que a gente sobe. E a Globo não tem medo de altura."

Os três estúdios do MG4 agora aumentam a capacidade de produzir novelas, séries, minisséries, realities, formatos originais, programas de humor e variedade. A média atual dos Estúdios Globo é de cerca de 3 mil horas de entretenimento por ano.

Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da Globo, disse:

"Eu vejo páginas em branco ao invés de paredes. Páginas onde serão escritas emoções, que sentiremos e faremos o brasileiro sentir, onde quer que ele esteja. Onde alguns veem uma enorme sala equipada com o que há de mais avançado em tecnologia, eu vejo as obras que vamos produzir aqui. Novelas, séries, histórias vivas que vamos lançar a partir daqui para encantar o mundo e levar o talento brasileiro, a cultura brasileira, a conquistar ainda mais o mundo. Aqui, nós faremos o brasileiro se emocionar um pouco mais, sorrir um pouco mais, viajar um pouco mais no universo criado, interpretado, ambientado, dirigido, iluminado por nós... por todos nós".

A produção inaugural dos novos estúdios vai ser a próxima novela da faixa das 21h, “Amor de mãe”. Com autoria de Manuela Dias e direção artística de José Luiz Villamarim, ela tem previsão de ter as gravações iniciadas em outubro.

Para marcar a inauguração do MG4, aconteceu na tarde desta quinta apresentações sobre o projeto e mesas-redondas sobre indústria criativa, cultura e inovação. Com transmissão ao vivo pelas redes sociais oficiais da Globo, os debates tiveram mediação de Pedro Bial e Aline Midlej.

Participaram nomes como Andrucha Waddington, Caio Gullane, Manuela Dias, Mauro Mendonça Filho, Andrea Barata Ribeiro, Rodrigo Teixeira, George Moura e Luisa Lima, além dos neurocientistas Sidarta Ribeiro e Suzana Herculano-Houzel e do presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney Klajner.

Após as apresentações, houve show de Caetano Veloso com os filhos Moreno, Zeca e Tom. Por fim, tocaram o DJ Felipe Mar e o DJ Papagaio.

Números dos Estúdios Globo

Área total: 1,73 milhão de metros quadrados
Área total construída (incluindo os 3 novos estúdios): 192 mil metros quadrados
13 estúdios de gravação, totalizando com 12,5 mil metros quadrados
15 mil pessoas circulando diariamente
Números do MG4
3 novos estúdios com 1,5 mil metros quadrados cada
4,5 mil metros quadrados de área útil
26 mil metros quadrados de área construída
Portas de 8m x 6m (as maiores da América do Sul), pesando 10 toneladas cada uma
Área externa de 4 mil metros quadrados para gravação integrada
2 fossos cênicos para gravação contínua
5 anos de projeto, com obra realizadas em 18 meses, entre 2018 e 2019
500 profissionais envolvidos por mês, em média
Usina solar de 4,5 mil metros quadrados, com capacidade de geração de 1,05 MM KW no 1º ano
700 empregos diretos durante a construção
14 mil mudas plantadas

Inovação tecnológica

Os três novos estúdios do MG4 inaugurados nesta quinta foram concebidos para gravação em 4K e 4K HDR.

O 4K refere-se à chamada ultradefinição (UHD), que é quatro vezes superior ao HD. Já o 4K HDR tem imagens com mais contraste, brilho e definição nas cores. A opção por essas tecnologias também deve facilitar o processo de pós-produção.

Além disso, os estúdios têm equipamentos wireless (sem fio), ou seja, não há cabos em câmeras e microfones. Na prática, isso deve dar mais mobilidade às gravações.

O investimento tecnológico diz respeito, ainda, à transmissão dos conteúdos produzidos e gravados. Os novos estúdios dispõem de sistema de comunicação por protocolo IP (abreviação em inglês para Protocolo de Internet), que é mais rápido e tem maior capacidade de tráfego de dados.

Modelo de produção

Com os novos estúdios do MG4, foi desenvolvido um conceito novo de produção de dramaturgia. O objetivo é ampliar os recursos artísticos das novelas nestas três frentes:

criação
direção
fotografia

Cada um dos três estúdios tem 1,5 mil metros quadrados, totalizando 4,5 mil metros quadrados de área útil.

Os sets cenográficos são integrados, e o espaço permite que uma cena tenha continuidade, por exemplo, numa área externa de 4 mil metros quadrados do lado de fora dos estúdios. Outra possibilidade é a utilização de dois fossos cênicos que integram o complexo.

As portas dos estúdios também são consideradas um diferencial. Têm 8 metros de largura por 6 metros de altura, pesando dez toneladas cada uma. Foram fabricadas na Inglaterra e transportadas de navio ao Brasil.

Sustentabilidade e energia solar com telhado verde

Os novos estúdios têm 100% de energia obtida de fontes renováveis. O MG4 conta iluminação 100% a LED dentro e fora do complexo (para reduzir o consumo), ar-condicionado eficiente, planta de energia solar.

Os chamados "telhados verdes" dos três estúdios são cobertos por 5 mil metros quadrados de painéis solares, com placas para captação da energia solar que deve alimentar o funcionamento das instalações do complexo.

Há também reúso de água de chuva e de ar-condicionado, tratamento de 100% dos efluentes gerados (como água, esgoto e outros resíduos) e coleta seletiva de lixo.

Foi feito ainda o plantio de 14 mil novas mudas.

Texto e imagens reproduzidas do site: g1.globo.com

sábado, 3 de agosto de 2019

Telecine estreia nova identidade visual


Publicado originalmente no site ANTENADOS NA SKY E CIA, em 30 de julho de 2019   

Telecine estreia nova identidade visual

Telecine estreia nova fase e apresenta logomarca, com cores mais quentes e intensas, além de novas identidades visual e sonora. As mudanças pontuam o momento de transformação digital da empresa, que volta seus investimentos para inovação e tecnologia, colocando o consumidor no centro de todas as suas ações, aliado ao amplo conhecimento sobre filmes, mercado no qual atua há 25 anos.

"A marca representa o Telecine em um novo cenário, movido pela tecnologia com distribuição por diversos meios, que além de englobar o tudo em torno do melhor do cinema traz para a conversa quem interessa: o consumidor. Ele é o propósito e a razão do nosso negócio. Os contornos e as cores mais vivas representam a evolução da nossa trajetória", afirma Flavia Hecksher, Diretora de Marketing do Telecine.

Além das transformações da marca, o Telecine também intensifica e diversifica seus investimentos nas multiplataformas em que o cinema está presente. Para entregar a melhor experiência para o usuário do streaming uma equipe de curadoria especializada investe em aquisições de conteúdos estratégicos que garantem desde os maiores lançamentos de Hollywood até os filmes clássicos e raros. A plataforma é a única dedicada exclusivamente ao cinema e reúne mais de 2 mil títulos. Movido por histórias, Telecine também fomenta o mercado audiovisual brasileiro e atua como coprodutor de cerca de 90% dos filmes nacionais.

Texto e imagem reproduzidos do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com

terça-feira, 30 de julho de 2019

Retratos da TV do acervo de Reinaldo Moura


Foto publicada originalmente no Facebook/Reinaldo Moura Ferreira, em 25 de julho de 2019

Em pé: Reinaldo Moura e sentados: Luiz Adelmo, Hugo Costa, Nazaré Carvalho e Barrinhos

Foto reproduzida do Facebook/Reinaldo Moura Ferreira

quarta-feira, 5 de junho de 2019

CNN BRASIL... Chegando!




Publicado originalmente na fanpage no facebook.com/cnnbrasil, em maio/junho de 2019

Olá! Seja bem-vindo ao perfil oficial da CNN Brasil aqui no Facebook.

A partir de agora, você pode acompanhar todas as informações e os bastidores da chegada ao Brasil do maior canal de notícias do mundo. E aguardem: nossos próximos posts já vão trazer grandes novidades! 


A CNN Brasil é uma empresa brasileira licenciada da marca CNN, em acordo assinado em janeiro com a CNN International Commercial (CNNIC). Mais influente canal de notícias do mundo, a CNN integra um conglomerado que reúne algumas das maiores empresas de mídia do planeta. Parte delas está na imagem abaixo. A CNN Brasil, feita por brasileiros para o público brasileiro, se orgulha dessa parceria!


Olá! Nossos dois primeiros âncoras já estão contratados! Bem-vindos, Evaristo Costa e William Waack! O Evaristo vai apresentar um programa semanal direto dos estúdios da CNN Londres. Vai ser uma revista eletrônica que vai mesclar jornalismo e entretenimento. Já o Waack será o âncora de um telejornal diário no horário nobre da CNN Brasil. E os dois apresentadores também vão estar à frente de conteúdos produzidos exclusivamente para as nossas redes sociais! Quer saber tudo sobre a chegada ao Brasil do maior canal de notícias do mundo? Siga a gente!

Texto e imagens reproduzidos do site: facebook.com/cnnbrasil

sábado, 4 de maio de 2019

Streaming faz TV por assinatura se reinventar


Publicado originalmente no site Caderno Mercado, em 30 de abril de 2019 

Streaming faz TV por assinatura se reinventar 

O streaming é o presente e o futuro do consumo de conteúdo em vídeo. Essa realidade é algo com que as empresas de televisão por assinatura ao redor do mundo estão tendo dificuldade de lutar, mas isso não significa que elas desistiram por completo. E isso fica evidente pelos decodificadores que essas empresas oferecem.

Aos poucos, os decodificadores, que antigamente só serviam para dificultar o famigerado “gato”, vão ganhando mais e mais recursos. No Brasil, por exemplo, estes dispositivos já estão chegando às mãos dos usuários com suporte a Netflix, integrando um serviço concorrente a sua própria plataforma.

Nos EUA os decodificadores já são equipados com controles remoto capazes de reconhecimento de voz, com o qual é possível falar o que você gostaria de assistir e ser direcionado para o canal que está transmitindo aquilo. Quer ver um jogo de basquete? Basta falar. Isso, claro, além da integração com serviços de streaming.

Modelo de TV por assinatura 

Se pararmos para pensar, o modelo de TV por assinatura se manteve inalterado por muitos anos, o que fez com que ele parecesse defasado. O mercado do streaming se aproveitou desse cenário para começar a ganhar popularidade; afinal de contas, quem quer esperar até 22h15 para ver algum filme numa quinta-feira quando você pode acessá-lo quando você quiser na Netflix ou alguma plataforma similar? Além disso, ninguém quer ter que assinar um monte de canais para ter acesso a alguns que contem com o conteúdo que eles realmente querem assistir.

No entanto, o próprio mercado de streaming está mudando e ficando complicado. Se há alguns anos a Netflix era a única plataforma do tipo, hoje já temos Amazon Prime Video, Globoplay, HBO Go… isso no Brasil. Lá fora ainda existem serviços como Hulu, Showtime, e ainda estão por vir o Disney+ e o Apple TV+. Com tantos serviços, não seria uma boa se todos eles se juntassem em uma única assinatura, cobrada em uma única fatura? Talvez com faixas de preços mais baixas para quem quiser só alguns dos serviços?

Sim, curiosamente, a pulverização do conteúdo em múltiplas plataformas de streaming, resultado de empresas percebendo que era mais lucrativo criar plataformas próprias do que ceder os direitos de seu conteúdo para a Netflix, pode dar origem a uma nova era da “TV” por assinatura. E faria todo sentido do mundo se esse produto que une vários serviços começasse a sair do papel em poucos anos.

Neste sentido, as operadoras de TV por assinatura contam com uma vantagem em relação a outras empresas que queiram oferecer uma proposta similar de reunir vários serviços de streaming em uma única assinatura: essas empresas, em várias partes do mundo, também são operadoras de internet, que é um item fundamental no consumo de vídeo por streaming. Seriam múltiplos serviços em um só pacotão.

E não é como se a TV paga tenha parado totalmente no tempo. Se no passado uma das limitações mais chatas era o fato de precisar seguir a programação dos canais e limitar-se a reproduzir o conteúdo na TV, hoje basicamente qualquer operadora conta com seus próprios serviços de filmes e séries on-demand, incluídos no preço da sua assinatura. As credenciais também, em muitos casos, permitem acessar aplicativos de streaming de canais.

Existem bons motivos para deixar de lado a TV por assinatura, mas no fim das contas o que conta é disponibilidade de conteúdo e conveniência, e não o formato como ele chega até as suas telas. O boom dos serviços de streaming pode ter feito as operadoras de TV paga perceberem isso, e existe uma possibilidade de que elas estejam se preparando para estarem bem posicionadas para um novo momento em que o streaming não seja mais um inimigo, mas sim um aliado.

Fonte: Olhar Digital

Texto e imagem reproduzidos do site: cadernomercado.com.br

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Dona da Sky AT&T considera retirar canais HBO/Turner da Tv Paga BR

Reprodução.

Antenados na SKY, em 3 de abril de 2019 

Dona da Sky AT&T considera retirar canais HBO e Turner da Tv Paga no Brasil

Por:Matheus Sousa

Enquanto aguarda uma decisão dos órgãos regulamentadores brasileiros, a AT&T, nova proprietária da WarnerMedia, que detém marcas como Warner Bros., HBO e Turner, revelou que considera se desfazer da HBO e Turner na TV paga do Brasil se não houver uma aprovação no país, via Folha de São Paulo.

“Seja HBO, Turner, se for decidido que a AT&T não pode ser dona dessas empresas ao mesmo tempo da SKY, uma das alternativas estaria a de vender os conteúdos de TV paga e passar para o streaming”, disse Michael Hartman, vice-presidente sênior da AT&T. Hartman lembra que estão investimentos por todo o mundo acontecem continuamente, mas no Brasil, tende a ser reduzido por consequência de uma análise e modelo de mercado ultrapassado que não existe mais.

A AT&T encerrou no país os canais Esporte Interativo para atender a norma que veda que o mesmo grupo detenha a operação e a produção de conteúdo no setor. Para os casos da Turner (TNT, Cartoon Network, etc.), a AT&T lembra que essas empresas possuem sede no exterior e não produzem conteúdo diretamente no Brasil, que assim, na lógica, não se impediria sua permanência com a SKY.

Hartman pondera ainda que, enquanto uma decisão não é tomada, as concorrentes da WarnerMedia continuam se expandindo e tomando seu espaço no mercado. O executivo finaliza dizendo que desta forma, o país estaria fechando as portas para os investimentos não só da AT&T como também de outras companhias. Questionado pela reportagem se a AT&T poderia deixar em definitivo o mercado brasileiro, ele respondeu: “A AT&T só vai desistir se for forçada a fazê-lo”.

É bom lembrar que, recentemente, a Warner Bros. fechou acordo com a principal concorrente da HBO na TV por assinatura, o Telecine, para exibição dos filmes do estúdio em segunda janela, o que já pode ser um indicativo preocupante quanto a continuidade do atual modelo.

Texto e imagem reproduzidos do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com

sexta-feira, 22 de março de 2019

CNN Brasil apresenta identidade visual

Marca segue os padrões da rede CNN no mundo 
Crédito: Divulgação

Publicado originalmente no site Meio e Mensagem, em 21 de março de 2019

CNN Brasil apresenta identidade visual

Com previsão de estreia para o segundo semestre, nova emissora de notícias mostra identidade visual de sua operação local

Anunciada em janeiro como uma nova janela na grade televisiva paga do País, a operação nacional da CNN apresentou nesta quinta-feira, 21, sua identidade visual.

A marca segue os padrões internacionais da CNN, com as cores e tipografia utilizadas pela rede de notícia em todas as suas operações em diversas partes do mundo. O logo foi desenvolvido por uma equipe de designers da sede da CNN, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Liderada pelo jornalista Douglas Tavolaro, a emissora conta com suporte do empresário Rubens Menin, CEO da MRV Engenharia. A CNN Brasil terá abrangência em todo o território nacional e contará com agências de notícias em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e correspondentes no exterior. O novo licenciamento não tem a ver com as operações da CNN International e CNN em Español, que continuarão disponíveis no Brasil.

De acordo com o comunicado, a rede jornalística deve entrar no ar no segundo semestre deste ano. “A CNN é a marca do jornalismo global. Líder no segmento e referência em coberturas ao vivo e noticiário de análise. Milhões de pessoas ao redor do mundo associam essa marca à credibilidade, acontecimentos relevantes, notícias em tempo real, 24 horas por dia em suas diversas plataformas. Lançar a logomarca com a combinação das palavras ‘CNN’ e ‘Brasil’ é um passo significativo neste momento de implantação do canal no Brasil”, afirma Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil, no comunicado.

Texto e imagem reproduzidos do site: meioemensagem.com.br