sábado, 16 de junho de 2018

domingo, 27 de maio de 2018

Gente – Uma conexão Globosat


Texto publicado originalmente no site Antenados na SKY e cia, em 24/05/2018  

Novidades

"GENTE" GLOBOSAT LANÇA PLATAFORMA MULTIMÍDIA DE CONTEÚDO

"Gente – Uma conexão Globosat" reúne estudos sobre hábitos e comportamentos do consumidor brasileiro
                 
Em maio a Globosat lança "Gente – Uma Conexão Globosat" (http://gente.globosat.com.br/), uma ferramenta de curadoria de dados sobre o comportamento do consumidor brasileiro. A plataforma tem como missão levar informação atual por meio de estudos baseados nas pessoas e nas pautas contemporâneas da sociedade. O objetivo principal é dividir o conteúdo, que pode virar insights, consequentemente ideias que vão construir estratégias mais assertivas. A plataforma será aberta a todos, sem necessidade de logins ou cadastro. A intenção é torná-la acessível, sem barreiras de navegação.

Ao longo da sua trajetória, a Globosat tem estudado regularmente os comportamentos, tendências e hábitos dos brasileiros em parceria com os melhores institutos de estudos e pesquisas do país. Conhecer as pessoas permite entregar entretenimento com diversidade e profundidade, presente no portfólio de mais 30 canais e na pluralidade de seus programas. O consumidor é o ponto de partida para definir a atuação e apostas das marcas do grupo e a plataforma GENTE nasce com a proposta de dividir os aprendizados que temos sobre os brasileiros com o mercado.

"A Globosat é uma fomentadora de conteúdo, e isso vai além das nossas produções audiovisuais, e a GENTE vem concretizar esse nosso DNA. Através das nossas marcas, produzimos constantemente estudos, pesquisas e análises. Criamos esse ambiente que vai reunir informações sobre o público brasileiro.  Certamente ajudará muito o mercado publicitário, agências e empresas, a conhecer no detalhe o consumidor.  A ideia é dividir com todos um conhecimento sobre os brasileiros que ficava restrito ao nosso universo. E é a partir das pessoas que estão por trás dos estudos que conseguimos compreender melhor o mundo, o que vem por aí e conhecer gente que vai moldar o futuro.", conta Manuel Falcão, diretor de marketing da Globosat.

A ferramenta terá cinco coleções iniciais de estudos: Esporte Para Sentir, Comportamentos Emergentes, Expoentes Culturais, Além do Gênero e Gerações Sem Idade. Para o lançamento, serão ao todo 10 estudos disponíveis, todos dentro desses pilares de conhecimento. Todo conteúdo será apresentado com soluções interativas que vão auxiliar não somente na compreensão, mas também na disseminação dele.  A estética já mostra que a experiência de navegação é fácil e orgânica e traz o principal: informação em artigos, vídeos, infográficos, podcasts, listas, newsletters e apresentações que podem ser baixadas como PDF. E um dado importante: a configuração do site já entra para leitura acessível não somente para desktops, mas também em versão mobile.

10 ESTUDOS INICIAIS DA PLATAFORMA GENTE

Torcedores do Brasil

Uma análise da relação do brasileiro com a Copa do Mundo desvenda como o maior evento do esporte global é capaz de despertar paixões e parar o país

A nova cara dos esportes

A identidade esportiva brasileira se desconstrói para revelar novas interatividades e protagonismos.

Música é o Verbo do Futuro

Experimentações de artistas — e também do público — sinalizam o futuro da música e fazem da tecnologia a trilha sonora dos nossos dias.

Nunca Se Falou Tanto Sobre Música

A ampliação do acesso e a multiplicidade de opções da era digital transformam o modo como a música é consumida hoje em dia.

Por trás das telas

Um retrato do consumo audiovisual no Brasil.

Prazer, Somos A Geração Alpha!

A Geração Alpha redefine padrões de comportamento e, brincando, revela uma nova visão de mundo.

O Prazer É Seu: Qual O Seu Perfil Pornográfico?

A indústria pornográfica se adapta, transforma os novos tempos e se incorpora cada vez mais à vida das pessoas.

Uma Nova Infância

O protagonismo conquistado pelas crianças na moderna infância reconstrói a relação com o mundo dos adultos e revela novas possibilidades de educação e aprendizagem.

O Mundo Secreto das Mulheres

A forma como as mulheres têm lidado com seus segredos ao longo do tempo traz à tona questões de construção de identidade nas esferas pública e privada.
  
O caminhar das gerações

Divisões geracionais delimitam identidades e ajudam a categorizar a construção de individualidades no Brasil

Texto reproduzido do site: antenadosnaskyecia.blogspot.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Quais as diferenças entre IPTV e OTT?


Publicado originalmente no site Ispblog, em 12/09/2016

Entenda as diferenças entre IPTV e OTT

A TV no Brasil passou por muitas mudanças nos últimos anos, com a popularização da TV Digital. De acordo com a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura, o país tem cerca de 18,9 milhões de usuários de TV paga hoje. Nos últimos anos, esse mercado se viu ameaçado pela internet — e é aí que entram a IPTV e o OTT, duas formas de se adaptar a essas mudanças.

Apesar de os conceitos não serem novos, só agora que eles têm começado a ser mais usados e ainda há muita confusão sobre o que é cada um. No post de hoje, vamos explicar o que é a IPTV e o OTT e como eles se posicionam no mercado.

O que é IPTV?

Colocado de forma simples, a IPTV é uma transmissão dos canais de TV com alta qualidade por meio de uma conexão dedicada de internet, ou seja, ela não é usada para outros propósitos. Não é necessário ter uma SmartTV para usar do IPTV, já que ele geralmente ver com uma set-top box para se conectar à televisão.

O que essa forma de transmissão traz como principal benefício é que provedores de internet podem aproveitar parte da sua infraestrutura para passar a fornecer esse tipo de serviço, o que o torna mais barato com relação aos serviços de TV por assinatura tradicional. A IPTV também dá um maior poder de escolha para o usuário, uma vez que ele não precisa ficar preso a pacotes de canais, como é feito na TV por assinatura.

Além dessa liberdade maior, a IPTV traz diversas possibilidades de interação com o usuário. Como há maior facilidade em criar ferramentas para o ambiente digital, é mais fácil de implementar funções como compras on-demand e enquetes dentro dos programas. Havendo o uso de protocolos de segurança, é possível até mesmo realizar compra e venda dos produtos mostrados na programação por meio da própria TV.

E o OTT?

A principal diferença dos serviços Over-The-Top é que eles não usam um canal dedicado — na maioria das vezes, sendo baseado em plataformas multiuso, como computadores, SmartTVs, videogames e celulares. Por causa disso, a qualidade de imagem e áudio destes serviços depende da rede a qual eles estão conectados.

Geralmente, os serviços OTT não são fornecidos por meio de servidores de internet, mas sim por outras companhias focadas na produção do conteúdo veiculado. Como não há nenhum custo com infraestrutura, os custos de serviços OTT são ainda mais baixos e, muitas vezes, usa-se um sistema totalmente on-demand.

Como OTT e IPTV se posicionam no mercado?

IPTV ainda está começando a crescer no Brasil, sem grandes provedores que ofereçam este tipo de serviço para o consumidor. A IPTV compete de forma mais direta com o modelo das TVs por assinatura, que tem perdido milhares de usuários nos últimos anos. Esse é um serviço que ainda pode ser muito explorado por empresas que já tenham a infraestrutura de um provedor de internet.

Já o OTT é um modelo que tem ganhado cada vez mais o público consumidor devido ao seu baixo custo e a sua versatilidade. Mas ainda enfrenta algumas dificuldades, como a falta de garantia de qualidade de imagem e áudio que é encontrada na TV. Com o passar dos anos, é provável que os serviços de OTT encontrem meios para melhorar tanto o seu conteúdo quanto a sua qualidade de serviço a ponto de competir efetivamente com a TV...

Texto e imagem reproduzidos do site: ispblog.com.br

Operadora Sky descarta lançamento OTT no Brasil


Publicado originalmente no site Telaviva, em 24 de maio de 2018 

Operadora Sky descarta lançamento OTT no Brasil

Por Mariana Toledo

Nesta semana, a Sky anunciou o lançamento da Sky Play, nova plataforma de vídeo sob demanda da operadora que disponibiliza a seus assinantes acesso a uma ampliação de conteúdos de entretenimento. "Neste primeiro momento, somente os clientes com equipamentos DVR dispõem do serviço, mas a ideia é ampliar o acesso em breve para toda a base por meio do aplicativo Minha Sky", garante Regina von Zuben, Diretora de Produtos Sky. No app, os usuários poderão assistir a esses conteúdos quando e onde quiserem, apenas munidos de aparalhos Android ou iOS.

Atualmente, os clientes com o equipamento DVR – com recurso de gravação – já têm acesso ao Sky Play, não é necessário baixar nenhuma funcionalidade adicional. A dinâmica é conectar o equipamento à internet e acessar o canal 1.

O Sky Play foi um projeto desenvolvido internamente, graças ao expertise dos profissionais da Sky e da DirecTV. Portanto, a operadora não firmou parcerias com nenhuma empresa voltada à tecnologia para a criação da plataforma. As únicas parcerias envolvidas foram com os canais, em relação ao compartilhamento do conteúdo. Por enquanto, os envolvidos foram Telecine, Fox, Universal Studios, Sony Pictures, Disney Studios, Discovery, Viacom e Food Network.

Inicialmente, o serviço já possui portfólio com filmes recém-saídos da programação dos cinemas e séries premium dos canais de TV por assinatura. "A Sky é especialista em entretenimento e tem em seu DNA a curadoria dos conteúdos que oferece aos seus clientes. A operadora fará toda a seleção desses conteúdos, garantindo a melhor e mais completa experiências aos assinantes. O conteúdo será variado e equilibrado entre grandes sucessos do cinema, séries, programas variados dos canais, infantis, entre outros.", explica a diretora, reforçando a ideia de atualizar, constantemente, as opções de conteúdos da plataforma.

Os conteúdos aos quais cada assinante tem acesso depende do pacote que ele contratou com a operadora. Os filmes disponíveis para alugar têm preço variável entre R$3,90 a R$16,90. Mas há ainda séries e programas variados ofertados gratuitamente. Inicialmente, o conteúdo se restringe ao disponibilizado pelos canais parceiros, mas a ideia é ampliar esse leque com novas parcerias e títulos diferentes ainda neste ano.

Apesar da operadora ter case de OTT fora do Brasil, como é o DirecTV Now, nos Estados Unidos, Regina von Zuben descarta a possibilidade de uma versão semelhante no Brasil: "Não há definição sobre o lançamento de um serviço de OTT pela Sky no Brasil.", afirma.

Texto e imagem reproduzidos do site: telaviva.com.br

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Programa Expressão - Apresentação Pascoal Maynard

 No Expressão desta sexta (13), 7 da noite, na Aperipê TV, 
a cantora Célia Gil e o músico Plínio Marcos. 
Reprise no sábado, 5:30 da tarde. 
Clique aqui e assista ao vivo pela internet: 
http://aperipe.com.br/ao-vivo/tv

TVA Vive, ainda, em todos nos...




Publicado originalmente no Facebook/Nestor Amazonas, em 12/04/2018

TVA Vive, ainda, em todos nos...
Por Nestor Amazonas

O real motivo da reunião seria o aniversário do Marcello Zenni, o Dorian Gray da ESPN/Disney, seus 51 anos pediam o apoio de amigos e meio sem-querer-querendo a noite da quarta-feira foi tomando corpo e alma de uma velha conhecida.

De repente, mais de 25 anos depois, as equipes da Programadora TVA, da TVA Digisat Banda C e da TVA Networks estavam representadas na mesma mesa, com a mesma alegria de sempre.

O quórum esperado era maior, mas a cidade, o trânsito, a vida e os perrengues de cada um nos reduziu a uma dezena – poucos, mas bons. E como uma paixão antiga que reacende, o espírito da TVA nos tomou pelo braço e nos uniu mais uma vez ao sabor de risos, lembranças e boas sacanagens.

Só quem viveu aquele clima, aquele espírito de pioneirismo e dedicação ao inédito mercado de tv por assinatura no Brasil, vai saber do que estamos falando.

Foram muitas histórias, conquistas e dramas, mas sempre com a mesma vontade de fazer o melhor numa revolução do mercado de entretenimento no país.

Os ausentes – não vou citar para não cometer gafes nem injustiças, saibam que foram lembrados, reverenciados e citados como personagens dos inúmeros “causos”. A festa só terminou porque o bar precisava fechar.

E aqui fica uma provocação: que tal um big encontro no dia 3 de junho, um almoço na Vila Madalena para comemorar os 27 anos de lançamento da TVA pelo Grupo Abril?

Os interessados se manifestem, eu, em todo caso, vou me programar...no dia 2 de junho terei 64 bons motivos para festejar.

Ah, sim, o aniversário do Zenni, na verdade foi na quinta e ele deve estar comemorando até agora...

(Troupe de saltimbancos...da esquerda para a direita...Ricardo Daumas, ex Abril; Eu, feliz: Odete Cruz, o motor da Ancine; Marcelo Marcelo De Lamare Assumpção, a simpatia de sempre, Marcos Amazonas, cabeça brilhante; Minelli Valmir Minella, o melhor fazedor de cabeças brilhantes de SP; Paulo Ricci - dispensa apresentações; Roseli Ricci, madame e orientadora alimentar e o niversariante do dia, Marcelo Zenni)

Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Nestor Amazonas

sexta-feira, 30 de março de 2018

Expressão especial sobre Imbuaça

Foto: Programa Expressão/Pascoal Maynard

Texto publicado originalmente no site infonet/blogs/ivanvalenca

Expressão  especial sobre Imbuaça

Pascoal Maynard anunciando edição especial do seu programa Expressão, na TV Aperipê, a partir das 7 da noite.

O programa focalizará o grupo teatral Imbuaça, dentro da Semana do Teatro, que se comemora até hoje.

Em foco, principalmente, a encenação do espetáculo “Mar de Fitas, Nau de Ilusão”.

Amanhã, sábado, tem reprise do programa a partir das 5h30 da tarde. É possível assisti-lo pela internet, acessando: aperipe.com.br/ao-vivo/tv.

O Expressão é o único programa local a focalizar as atividades das companhias de Teatro que existem na cidade.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br/blogs/ivanvalenca

segunda-feira, 26 de março de 2018

"Mar de Fitas, Nau de Ilusão", no Programa Expressão, TV Aperipê




Comemorando a semana do teatro, nesta sexta (30), às 7 da noite, 
tem Expressão Especial. Grupo Imbuaça e o espetáculo 
"Mar de Fitas, Nau de Ilusão". Aperipê TV.
Reprise no sábado, 5:30 da tarde.

Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Pascoal Maynard

Roda Viva tem edição especial com juiz Sérgio Moro


Roda Viva tem edição especial com juiz Sérgio Moro nesta segunda-feira (26/03/2018)

Publicado originalmente no site da TV Cultura, em 22/03/2018

Na despedida de Augusto Nunes, o programa realiza a primeira entrevista ao vivo concedida a uma emissora de televisão pelo principal nome da Operação Lava Jato. A atração vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, no Facebook, no YouTube e no app Cultura Digital

Roda Viva

Edilson Rodrigues Edilson Rodrigues

Nesta segunda-feira (26/3), o Roda Viva sabatina Sérgio Moro na primeira entrevista ao vivo concedida pelo juiz da Lava Jato à televisão brasileira. A edição especial também marca a despedida do apresentador Augusto Nunes, que esteve à frente do jornalístico nos últimos cinco anos. A atração vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, no Facebook, no YouTube, no aplicativo Cultura Digital, no site da emissora, e terá cobertura em tempo real pelo Twitter.

Após 4 anos, a Lava Jato já localizou 11,5 bilhões de reais desviados de empresas estatais, dos quais 1 bilhão e 900 milhões já retornaram aos cofres públicos. No entanto, muito se discute sobre a possibilidade da operação perder força e sofrer eventuais retrocessos, algo semelhante ao que ocorreu com a Operação Mãos Limpas, na Itália. Uma das principais ameaças é a suspensão da prisão de condenados em segunda instância, que poderia ser encarada como um sinal de derrocada. Dentro desse contexto, o juiz Sérgio Moro, um dos nomes mais significativos da operação, vem ao Roda Viva para conceder sua primeira entrevista ao vivo. Ele responderá a questões sobre o funcionamento da Lava Jato, os resultados alcançados após 4 anos de operação e os encargos que cabem a ele enquanto juiz federal da 13ª Vara Criminal Federal.

A edição especial também marca a despedida do âncora Augusto Nunes do Roda Viva. A relação do jornalista com o programa teve início em 29 de setembro de 1986, quando ele foi um dos entrevistadores na estreia do tradicional programa. Em 1987, Augusto assumiu a mediação do jornalístico pela primeira vez, permanecendo no posto por dois anos consecutivos. Em agosto de 2013, voltou à frente do programa, aproximando-se da marca de 500 entrevistas e debates, quando somados aos números de sua primeira passagem pela atração. De maneira emocionada, ele anunciou em 15 de março, em blog no portal da revista Veja, a sua despedida do Roda Viva. No texto, Augusto reforçou o orgulho por encerrar esse ciclo com a entrevista com um personagem de extrema relevância para o cenário nacional atual: “para mim, não poderia haver despedida mais honrosa”.

Participam da bancada João Caminoto, diretor de jornalismo do Grupo Estado; Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de S.Paulo; Daniela Pinheiro, diretora de redação da revista Época; Ricardo Setti, jornalista e escritor; e Fernando Mitre, diretor de jornalismo da Rede Bandeirantes.

O programa também conta com a participação do cartunista Paulo Caruso.

Texto e imagem reproduzidos do site: tvcultura.com.br

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

No ar, mais um campeão de audiência...



Imagens divulgação TV Sergipe. Publicadas pelo blog:
 "Imagem da Televisão", para ilustrar o presente artigo.

Texto publicado originalmente no site Liberdades, em 13/12/2017.

No ar, mais um campeão de audiência...
Por: Nestor Amazonas*

Tal qual uma novela da Globo, daqueles de reviravoltas onde no final tudo acaba bem, bem no estilo de Janete Clair e do gosto popular, a TV Sergipe fica cem por cento nas mãos de acionistas sergipanos.

Recapitulando: Albano Franco e seu filho Ricardo, já não vinham se sentindo bem há alguns anos em manter a TV Sergipe na luta contra as novas mídias, internet principalmente. A emissora afiliada da Globo estava acostumada a nadar de braçadas, tanto no setor privado quanto no estatal. Os tempos mudaram nos dois lados do rio.

Na receita nacional a Globo perdeu 26% do faturamento e em Sergipe este percentual foi bem maior. Na matemática de Albano chegava a dar prejuízo.

Se non é vero, é bene trovato.

O fato é que este desconforto se fazia sentir desde os corredores da emissora, passando pelo mercado e agências, chegando até o que ia ao ar. Dava para sentir a falta de vigor, paixão, tesão pelo trabalho.

Agora, em tempos bicudos, manter a emissora líder dava mais trabalho que prazer, ou lucro, conforme seu objetivo. O fato é que no rastro da Rede Bahia, que foi vendida parcialmente para a EPTV, afiliada Globo de Campinas/SP, a opção de procurar algum outro afiliado da Rede interessado em comprar e gerir a TV Sergipe parecia a melhor opção.

Dito e feito. Levou algum tempo, mas o Grupo Integração, de Minas Gerais, mostrou interesse. A TV Integração tem na Rede Globo um excelente conceito, o dinamismo do Superintendente Rogério Nery fez de suas emissoras “cases” de desempenho regional na tv brasileira. Tudo ia bem, mas no meio do caminho, tinha uma pedra (referência ao mineiro mais famoso – o Carlos).

As herdeiras de Cesar Franco, Lourdes/Carolina, detentoras dos 50% restantes, relutaram em aceitar a entrada de um novo sócio, pagaram para ver e no final exerceram o direito de preferência e assumiram a totalidade da TV Sergipe, adquirindo a parte de Albano/Ricardo Franco. Final feliz, imagem congelada, sobe som de música incidental...FIM...

Ainda não... na imagem panorâmica de Aracaju, vista do Morro da Piçarra, o letreiro que aparece é o de: “Veja a seguir, cenas dos próximos capítulos...”

Por mais que aceitemos o dito cultural que é o olho do dono que engorda o boi, devemos levar em conta que o mercado de mídia, no ambiente da revolução digital e na economia ainda em crise, vai exigir mais que controle e pulso firme para resgatar a TV Sergipe da situação em que se encontra. O reposicionamento estará dos dois lados da planilha, não será apenas cortando que a conta vai fechar, também terá de se investir em criatividade, interação e inovação.

Ser empreendedor nos dias de hoje, requer mais que competência, pede também ousadia, coragem e fé, no mercado, no Estado e no principal ativo de um veículo de comunicação: seus talentos. Nos últimos anos a TV Sergipe foi pródiga em se desfazer de profissionais que fizeram a diferença na programação local, em nome de uma pretensa economia, buscando o resultado “rabo-de-cavalo” – cresce para baixo.

Que esta novela de sucesso da TV Sergipe tenha mais e muitos vigorosos capítulos, que surjam personagens novos, produtivos, renovadores dos ares da emissora pioneira do Morro da Piçarra, que se recupere o brilho do passado, mas com o olho no futuro, buscando não a simples “Re-novação”, mas a necessária “I-novação”, modelo capaz de enfrentar e se unir aos novos tempos de desafios digitais.

E que possamos, mais adiante, dizer... no ar, mais um campeão de audiência, na sua, na nossa, TV Sergipe.
_________________
* Nestor Amazonas é jornalista, trabalhou nas emissoras da Rede Globo (SE/BA),
 Rede Manchete (PE/RJ e SP) e Grupo Abril.

Texto reproduzido do site: liberdades.com

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Pascoal Maynard entrevista Robério Santos





No Expressão desta sexta (19), 7 da noite, na Aperipê TV, entrevista com o escritor e pesquisador Robério Santos.

Reprise no sábado, 4 da tarde.


Clique aqui e assista pela internet: aperipe.com.br

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Pascoal Maynard entrevista Mário Sérgio

No Expressão desta sexta, dia 12, 7 da noite, 
na Aperipê TV, entrevista com o radialista Mario Sergio Felix,
 sobre a obra do músico e compositor João Mello.
Reprise no sábado, 4 da tarde.

sábado, 30 de dezembro de 2017

É hora de cancelar a TV a cabo?


 Publicado originalmente no site da revista Exame, em 10 jul 2017

É hora de cancelar a TV a cabo?

Avanço de serviços de streaming de qualidade, como Netflix e Amazon Prime Video, levam clientes a rever gastos com TV a cabo

Por Katia Cardoso 

Entre as séries oferecidas pelo novo serviço de streaming da HBO está Game of Thrones, uma das maiores audiências da TV paga. (HBO/Divulgação)

São Paulo – A necessidade de reduzir custos, aliada à maior oferta de serviços de streaming, como a Netflix, tem levado muita gente a questionar se ainda vale a pena manter a TV paga. Reflexo disso é que os números do setor seguem em declínio. De janeiro de 2016 a janeiro de 2017, o serviço registrou retração de 1,9%. Em números, a queda foi de 364.400 assinantes. Só em janeiro deste ano, 105 000 clientes abandonaram o serviço, segundo os dados mais atualizados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo especialistas, os combos ainda são um fator relevante para que as pessoas continuem assinando. Mas, com a concorrência se acirrando dia após dia, a tendência é que, aos poucos, as operadoras passem a oferecer produtos menos engessados. Para Rodrigo Arnaut, vice-diretor de TV por assinatura e novas mídias da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), associação de São Paulo que estuda esse mercado, as pessoas “estão mais exigentes e querem conteúdo de qualidade com bom preço”. Não sem razão, há cada vez mais gente trocando os pacotes completos por um plano avulso de internet mais um serviço de streaming.

Quem fez esse movimento recentemente e está satisfeito foi Glécyo Pereira de Medeiros, de 35 anos, de São Paulo. Depois de sair do emprego e virar autônomo, ele precisou fazer ajustes nas contas. Gastava 250 reais num combo com TV por assinatura, internet e telefone fixo. Cancelou e, desde fevereiro, paga 130 reais apenas pela internet (15 megabytes) e pelo telefone fixo — mantido por causa da mãe, de 62 anos, que mora com ele. Para assistir a séries e filmes, possui a Netflix, pela qual paga hoje pouco mais de 22 reais por mês.

No total, fez uma economia de 40%. “Além do gasto alto, ficava incomodado porque, muitas vezes, queria assistir a algo na TV paga, mas os horários eram ruins para mim”, diz o consultor de TI. Valter Police, especialista em finanças pessoais pela Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar), diz que na hora de decidir o que cortar, deve-se analisar as necessidades com atenção. “Observe quantas vezes assiste a cada canal e com que frequên­cia. Compare também a velocidade e a quantidade de dados oferecidas nos combos e ponha tudo na ponta do lápis para não sair perdendo”.  Só depois de fazer um levantamento minucioso, decida o que vale a pena manter ou não. Isso evitará trocar gato por lebre.

Opção não falta*

Amazon Prime Video
traz conteúdos originais e exclusivos da Amazon, além de filmes e programas de TV. Boa parte das produções está em inglês, idioma original, mas há alguns títulos legendados. Exemplos: Seinfeld, The Walking Dead, Mr Robot. Basta se cadastrar e deixar um número de cartão de crédito internacional para obter uma semana de acesso gratuito.

Valor: 2,99 dólares mensais nos seis primeiros meses. Após esse período, o preço sobe para 5,99 dólares.


HBO Go
permite acompanhar episódios inéditos das famosas séries do canal, como Game of Thrones, e dos premiados filmes que compõem seu catálogo de produções.

Preço: a partir de
34,90 reais (para clientes oi; por enquanto, só está disponível no Espírito Santo, no Distrito Federal, na Bahia e em Mato Grosso do Sul)


Studio+
Na onda para ganhar clientes oriundos da tv paga, a Vivo lançou um aplicativo com produções on demand. São 43 séries curtas, com no máximo 10 minutos de duração e dez episódios para smartphones. Há comédia, romance, ficção e drama. Para os amantes de luta, por exemplo, existe a série Death Corner — estrelada pelo lutador brasileiro Rogério Minotauro Nogueira.

Preço: 12,90 reais por mês (a primeira mensalidade é gratuita)


Looke
Concorrente brasileiro da Netflix, funciona de modo parecido, mas com um diferencial: tem uma espécie de locadora virtual em que é possível alugar títulos. Assim como em outras plataformas de streaming, oferece filmes, séries e lançamentos — incluindo os do Oscar deste ano, como La La land. No catálogo, há mais de 12 000 títulos — e algumas séries brasileiras.

Valor: a partir de 16,90 reais por mês


Netflix
Pioneiro e mais forte concorrente no Brasil até o momento, tem um sofisticado sistema de monitoramento e recomendação de filmes para seus assinantes. Conta com títulos e séries como Greys Anatomy, Friends, House of Cards, Breaking Bad e Narcos,
entre outras produções.

Valor: 19,90 reais (básico), 22,90 reais (médio) e 29,90 reais (premium). Novos assinantes ganham um mês grátis.


É hora de fazer as contas*

Decidiu que precisa realmente rever seus planos de internet, telefone fixo e TV por assinatura? Então, antes de cortar seu pacote, confira dicas de Myrian Lund, professora na Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e especialista em finanças pessoais. Segundo ela, qualquer cálculo deve levar em conta quanto você vai economizar por ano. Por exemplo: um valor de 50 reais num mês pode parecer pouco, mas, quando é multiplicado por 12 (o período de um ano), essa quantia se transforma em 600 reais — isso se você não investir em algum tipo de aplicação, rendendo de 8% a 10% a mais. “Atualmente, por menor que seja a economia, no prazo de um ano pode significar um valor interessante e até a chance de realizar algum projeto.”

TV a cabo, internet e telefone fixo (Combo)

Como as operadoras dificilmente têm pacotes com a mesma velocidade ou, pelo menos, combos semelhantes, você vai precisar de atenção e bastante paciência para comparar as vantagens e desvantagens de cada combo. O ideal, então, é avaliar primeiro sua necessidade. Na Vivo, o pacote de 25 megabits custa 134,80 reais (com telefone fixo, TV e banda larga). Na NET, o plano com TV, internet de 15 megabits e telefone fixo custa 169,70 reais. Já na Sky, sai por 103, 80 reais por mês com TV paga e 2 megabits de internet.

O que avaliar: há necessidade de linha fixa? alguns programas que são indispensáveis para você só existem na tv paga? “No caso do fixo, a chegada do WhatsApp permite falar com qualquer um sem ter telefone em casa”, diz Myrian. Uma linha fixa representa um custo mensal em torno de 23 reais — ou 276 reais por ano, o equivalente a um ano do plano médio da Netflix. Se optar por um combo, observe as cláusulas de fidelidade: Algumas operadoras exigem carência e cobram multa para cancelar o serviço.

Internet + serviço de streaming

O valor mensal para internet fixa no Brasil com velocidade suficiente para assistir a filmes e seriados em tempo real sem sofrer com problemas de conexão começa em 89,90 reais, cobrado pela net por um plano de 15 megabits. na Tim, o valor é de 139,90 no primeiro mês, com taxa de adesão. Depois, cai para 89,90 reais, com 35 megabits. Na Vivo, o plano de 25 megabits custa 114,99 ­reais ao mês. No caso de internet móvel, os valores começam em 134,90 reais na Tim para 5 gigabytes e em 124,99 na Vivo para 6 gigabytes — no plano família, sendo cobrado o mesmo valor para a segunda linha. já na Sky o pacote básico com 2 megabits custa 73,90 reais.

O que avaliar: se um pacote com internet a partir de 15 megabits (velocidade aceitável) custa 89,90 reais e um serviço de streamig tem valor a partir de 19,90, por cerca de 110 reais ao mês você já consegue assistir a filmes e séries com ótima qualidade. isso representa uma economia de 60 reais (600 reais em um ano) em relação a um combo da Net, por exemplo.

Internet + Televisão (aberta e paga)

Já existem opções diferenciadas para quem curte televisão paga, mas deseja fugir da inflexibilidade dos combos. Além da TV aberta, que é gratuita (basta ter um conversor digital, que custa a partir de 75 reais e é vendido em grandes lojas de eletroeletrônicos), já existe TV por assinatura pré-paga.

O que avaliar: se o desejo é assistir a um ou outro produto da TV paga, a Sky disponibiliza um serviço pré-pago. O cliente compra o receptor em lojas virtuais, como Ponto Frio, Casas Bahia e Shoptime, a partir de 99 reais e coloca créditos a partir de 32,90 reais — com direito a 15 dias de programação e acesso a 98 canais. Não há contrato e a recarga é feita pelo site, com cartão de crédito ou boleto. se o interesse for pelo conteúdo aberto, há ainda o Globo Play, espécie de plataforma streaming da Globo na qual é possível assistir séries, programas e novelas da emissora. hoje, o canal tem oferecido o serviço de graça. Basta fazer o cadastro em globoplay.globo.com.

*valores pesquisados no mês de maio e sujeitos a alterações

Texto e imagem reproduzidos do site: exame.abril.com.br

Jozailto Lima entrevista Carolina Franco, presidente da TV Sergipe

Carolina Franco: “A sociedade continuará a ter um grupo 
de comunicação comprometido com Sergipe”

Carolina Franco: "Com audiências crescentes, a marca de 
100 milhões de pessoas foi ultrapassada algumas vezes"

Publicado originalmente no site JL Política, em 21 de Dezembro de 2017

Carolina Franco: “Para mim e minha mãe, Grupo TV Sergipe é mais que um bom negócio”

Quem faz um negócio como Lourdes Franco e sua filha Carolina Teles Franco acabaram de realizar, com a aquisição de 50% do Grupo TV Sergipe em mãos do cunhado e tio Albano Franco, fatalmente entra no radar de muitas curiosidades. Afinal, a TV Sergipe com seus mais três anexos não são qualquer coisa. Significam muito para a comunicação social que desempenham no Estado.

E significam muito mais para as duas figuras que arremataram o negócio. “O grupo que inclui a TV, a FM e os portais sempre foi muito querido por nós. Ele é, para mim e minha mãe, mais do que um bom negócio: é uma extensão de nossa família. Vale lembrar que meu pai, César Franco, comandou o grupo e deixou um legado até hoje lembrado”, diz a Carolina Teles Franco, diretora-presidente, uma jovem graduada em Marketing e Propaganda pela Universidade Estadual de Londrina, no Paraná.

Bem-fundamentada e segura de si e do negócio que elas acabaram de fazer, Carolina Franco aponta razões mil para refutar a tese de que o mercado de TVs abertas estaria, digamos assim, balançando para o pior. “Esta reflexão não encontra fundamento em nenhuma informação concreta, baseada em estudos aceitos pelo mercado. O que os críticos não entendem é que o avanço da tecnologia só fortaleceu nosso conteúdo de TV aberta”, diz Carolina.

“Sobre este assunto, aliás, o que há é muita desinformação e achismo. Em 2017, nossa base de telespectadores cresceu. Temos mais audiência e participação. Ou seja, mais aparelhos estão ligados e, entre estes, ligados na TV Sergipe, líder absoluta em todos os programas e horários, segundo os dados da empresa de pesquisas Kantar/Ibope”, reforça Carolina Franco. Leia a entrevista que ela concedeu à coluna Aparte.

Aparte - A senhora e a sua mãe estão felizes com o negócio que fizeram, ao arrematarem os 50% da sociedade com Albano Franco na TV Sergipe, na FM Sergipe e nos portais G1 Sergipe e Globo Esporte Sergipe?
Carolina Teles Franco - Sem dúvida. O grupo que inclui a TV, a FM e os portais, sempre foi muito querido por nós. Ele é, para mim e minha mãe, mais do que um bom negócio: é uma extensão de nossa família. Vale lembrar que meu pai, César Franco, comandou o grupo e deixou um legado até hoje lembrado. Gostaríamos, claro, que meu tio, Albano Franco, continuasse esta trajetória vitoriosa ao nosso lado, mas como ele optou em sair, nós nos sentimos quase que na obrigação de adquirir os outros 50%, por tudo que o grupo representa para nós e para a sociedade sergipana.

Aparte - O que significaria para as senhoras e para os empreendimentos em si se o sócio fosse para alguém de fora do Estado, como estava para se materializar?
CTF - Para nós, foi uma honra ver outras afiliadas interessadas em dividir conosco o comando desta empresa. Isto prova a solidez do grupo e a relevância do negócio. Se a venda fosse realizada para uma emissora de outro Estado, tenho certeza que a TV, a FM e os portais continuariam fortes e líderes de seus respectivos mercados. Ter um sócio, daqui ou de fora, nunca foi um problema. Apenas decidimos exercer nosso direito de preferência de compra, por entendermos ser uma boa oportunidade de negócio e, como já disse, pela nossa ligação emocional com ele.

Aparte - O que é que a sociedade sergipana pode esperar da TV Sergipe, da FM e dos portais pertencentes agora somente às senhoras? Muda alguma estratégia na forma de atuarem?
CTF - A sociedade continuará a ter um grupo de comunicação comprometido com Sergipe e com a missão de levar, através de várias plataformas, um conteúdo de qualidade, com responsabilidade. Clientes e agências continuarão podendo contar com a nossa parceria, que oferecerá, a cada dia mais, um leque de boas oportunidades, fortalecendo, assim, as suas marcas e contribuindo com a economia do Estado. Os telespectadores, ouvintes e internautas, por sua vez, continuarão a encontrar em nossos veículos conteúdos relevantes, com nossa identidade regional. Certamente, as mudanças na gestão virão, e isso é natural do negócio. Afinal, as áreas de comunicação e tecnologia se renovam diariamente e, neste caminho, vamos adotar as práticas que se fizerem necessárias para nos adaptarmos às novas realidades.

Aparte - Do ponto de vista tecnológico, em que pé se encontram a TV Sergipe e os demais veículos? Eles estão atualizados ou carentes de investimentos?
CTF - Temos hoje um parque tecnológico moderno e atualizado. Juntamente com os antigos sócios, fizemos investimentos em equipamentos, infraestrutura, softwares e capacitação dos nossos colaboradores. Tudo isso permitiu, por exemplo, estarmos neste momento prontos e tranquilos para realizar o desafio do desligamento do sinal analógico da TV, que ocorrerá dia 30 de maio do próximo ano.

Aparte - Não pesou sobre as senhoras a suspeita de que as perspectivas das TVs abertas não sejam lá tão futurosas, como foram há 20 anos?
CTF - Pelo contrário. Esta reflexão não encontra fundamento em nenhuma informação concreta, baseada em estudos aceitos pelo mercado. Sobre este assunto, aliás, o que há é muita desinformação e achismo. Em 2017, nossa base de telespectadores cresceu. Temos mais audiência e participação. Ou seja, mais aparelhos estão ligados e, entre estes, ligados na TV Sergipe, líder absoluta em todos os programas e horários, segundo os dados da empresa de pesquisas Kantar/Ibope.

Aparte - Os indicativos da matriz também apontam nesta direção?
CTF - Sim, os números da Globo também comprovam a força do negócio. De janeiro a setembro deste ano, a Globo teve um alcance médio diário de 98 milhões de pessoas, o maior índice desde 2011. Com audiências crescentes, a marca de 100 milhões de pessoas foi ultrapassada algumas vezes. No acumulado do mês, são 190 milhões, equivalente a 95% das pessoas com TV em casa no Brasil. Vale reforçar ainda que a internet só tem fortalecido a TV aberta e não o contrário, como pensam alguns. A internet, aliás, só ampliou o alcance do conteúdo da TV aberta. Nos seus ambientes digitais, a Globo fala com uma média de 14 milhões de pessoas por dia. De acordo com os dados da comScore, o conteúdo Globo em plataformas como G1, globoesporte.com, GShow e Globo Play impactou 64 milhões de brasileiros por mês, entre janeiro e agosto, dados mais recentes até agora.

Aparte - A senhora, então, não identifica lógica na visão de alguns desses críticos?
CTF - O que os críticos não entendem é que o avanço da tecnologia só fortaleceu nosso conteúdo de TV aberta, hoje exibido em mais janelas e, portanto, disponível para mais pessoas na plataforma que elas escolherem, no dia e hora que desejarem consumir. Sendo assim, é um público impactado maior e mais possibilidades de negócios envolvendo o conteúdo produzido pelo nosso grupo.

Aparte - A aquisição pelas senhoras envolve o complexo imobiliário do Morro da TV, onde ficam as sedes das duas empresas?
CTF - Por uma questão de cláusula contratual, não podemos comentar este assunto.

Aparte - É invasivo perguntar-lhe quando custou o negócio?

CTF - Também em função de uma cláusula contratual, esta informação não podemos divulgar.

Texto e imagens reproduzidos do site: jlpolitica.com.br